Boas notícias

Abril 30, 2009

velosoA Antena 1 diz que o Miguel Veloso está vendido ao Manchester City por 15 milhões de libras. Parto mais feliz para o fim-de-semana prolongado.

A fonte da notícia é inglesa. Mas com o sotaque português de sempre: http://www.goal.com/en/news/9/england/2009/04/29/1237364/sporting-cp-midfielder-miguel-veloso-in-talks-with-manchester-ci (reparem bem no pormenor da foto escolhida para ilustrar esta notícia. O Miguel magro como nunca em lembro de ver…)


Como está manso, o menino Paulo Barbosa

Abril 29, 2009

Como em tudo na vida, há quem aprenda depressa, quem aprenda mais lentamente, quem não consiga aprender e quem não queira aprender.

As pessoas que gerem o jornal A Bola pertencem a este último grupo, nomeadamente no que toca a inventar notícias sobre o Sporting ou, se preferirem, sobre insatisfações e vendas de jogadores do Sporting. Ainda ontem, a capa do dito jornal trazia a notícia de que Yannick Djaló estava descontente por ser quarta opção e queria ser vendido, ponderando uma aventura no estrangeiro.

Passaram 24 horas e, ao que parece, a novela tem um ponto final, curiosamente transmitido no mesmo jornal, mas surpreendentemente escrito por alguém que tanto tem ajudado a desgraçar a cabeça a alguns dos nosso putos. Refiro-me a Paulo Barbosa, empresário de Yannick e Miguel Veloso, que tem as seguintes afirmações:

“O Yannick teve uma série de pequenas lesões que não lhe permitiram ter o rendimento esperado durante grande parte do campeonato. Neste momento parece estar bem fisicamente, tem entrado, tem jogado e está saisfeito. Te contrato com o Sporting e é o treinador quem decide quem deve jogar. É verdade que um jogador de um clube grande tem sempre mercado, mas isso não significa que ele tenha que ser transferido”.

Nesta educação de alguns empresários há, sem margem para dúvidas, que dar mérito ao Paulo Bento.

p.s. – relativamente ao Yannick, acho que só há duas soluções: ou se assume que é ele o parceiro do Liedson de forma a ter uma época de tudo ou nada, ou então o melhor é vendê-lo. Até porque opções não faltam (explicarei esta minha ideia num futuro post).


O tripeiro Domingos já começou a passar a mensagem às tropas

Abril 28, 2009

“É um jogo importante na luta pelo campeonato e queremos ganhá-lo, porque influenciar as contas do título ficaria na história da Académica”,
Luiz Nunes, defesa central da Académica.

(e o tripeiro Domingos também deve ter dito ao Luiz Nunes que, se ajudar a vencer o Sporting, para o ano vai jogar de azul e branco. Só não lhe disse é que é no Vizela, ou merda do género)


As saudades que eu tinha deste gajo

Abril 27, 2009

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As imagens que se seguem dispensam quaisquer outros comentários
http://www.youtube.com/watch?v=8cJ4DgB_hbY


Maldita campanha negra…

Abril 26, 2009

… estas insídias e ignomínias

O Sporting, se conseguir ganhar este campeonato, ganha mais que um simples caneco. Devolve dignidade e verdade à prática desportiva, que neste caso é o futebol profissional.

Acredite-se no que se quiser. Condene-se quem se quiser, ou ninguém. A mim, nada me convence do contrário: o FC Porto está a roubar esta liga! Beneficiando como nenhum outro da arbitragem, pagando salários em atraso a troco de “desconcentrações” e “substituições”, usando velhas receitas para um futebol bafiento. Sem um Charles Smith no futebol, então apele-se à justiça dos deuses do desporto-rei… e que a bola bata no bendito poste (duas vezes, pelo menos). O ar ficará muito mais respirável…


A ESTRELINHA?

Abril 26, 2009

Sporting – 2 (Postiga, Liedson), Equipa do Sindicato – 1 (Guaraná, ou que raio se chama o gajo que deve trabalhar no bar lá da Reboleira e decidiu fazer uma perninha aos rapazes alegadamente profissionais e marcar um grande golo)

Nível de endorfinas: Normal. Mais uma vitória, nesta fase relativamente acessível do calendário. Mais um Liedshow! Com o Sporting B em campo, mais alguns titulares, ficaram evidentes as dificuldades tácticas (em grande parte do jogo) e emocionais (os últimos 10 minutos) de um onze que tinha um grande jogador, vários jovens  com potencial e dois ou três veteranos precoces. E bastou. A equipa andou (como andará até ao fim) ao ritmo deste tambor levezinho… se ele tivesse marcado as quatro oportunidades que teve, teria sido tranquilíssimo. Como não conseguiu, a ansiedade dominou o final do jogo para defender uma vantagem… que ele próprio criou. Pouco interessa se assiste, se marca um grande golo, se é o Pedro Silva que lhe mete a bolinha, se o Postiga faz um grande passe, ou se é o Djaló a assistir… é o eléctrico 31 que está sempre lá. A decidir.

Não renovem com ele e há uma revolução em Alvalade! Um 25 de Abril verde e branco (calhando, é o detonador que falta…)

Momento do jogo: bendita chuva, que deixou a relva bem molhada para que a bola rolasse, devagarinho, a poucos centímetros do poste, no último minuto… qualquer torrão de terra podia tê-la metido lá dentro… Finalmente, a puta da estrelinha

Prémio Gladstone: Podia ser qualquer lance do Romagnoli… mas detenho-me no desespero colectivo e individual que se apoderou da equipa nos últimos 10 minutos, em especial aquele lance entre os centrais e Patrício que ia acabando com a fé sportinguista… e provocando a maior invasão de campo do ano por gente tresloucada em perseguição a um árbitro.

Prémio El Dieguito: Pela tentativa, o remate do meio-campo do Liedson a tentar aproveitar o adiantamento do guarda-redes. As genialidades nascem do arrojo.

Prémio Zé Piqueno: A falta do Polga logo a seguir a ter feito um passe idiota… dava o segundo amarelo e colocava equipa em trabalhos redobrados. Um pequeno “momento Pepe”, aliás, o vencedor incontestável do Prémio Zé Piqueno Europa (do ano).

Visão Zeman: Meter o Romagnoli em campo já deixou, há muito, de ter piada. Já é um insulto. Aliás, é uma prova cabal das limitadas competências de Paulo Bento. O argentino acabou para o futebol de nível médio. Não serve. E há muito tempo que qualquer gajo que tenha Sport TV percebeu isto. Mas continua a entrar a titular do Sporting. Já nem vou pelo caminho do “vestir a camisola verde e branca é um privilégio de poucos, dos melhores”. A história recente do Sporting já desmistificou, tristemente, este conceito. Prendo-me na absoluta irracionalidade táctica de jogar com um tipo que não faz absolutamente nada bem!

Dir-me-ão que não havia mais jogadores. E é aí que eu sobressai as limitações do Paulo Bento. Que nós pensemos que não há alternativas, é normal. Somos adeptos, não somos profissionais desta merda. Que um treinador decida em função disso mesmo, parece-me grave… então para que servem os treinos? Vamos jogar sempre com um trinco, dois médios volantes e um 10, mesmo quando temos um não-jogador para jogar a 10? Não há alternativas? Então e aqueles joguinhos em que até ganhámos com estilo contra equipas de merda num clássico 4-4-2? É preferível ter apenas duas opções de jogo: correr em tabelinhas pela direita ou lançar longo (e mal) para o Liedson?

Vivó Sporting… até morrer!: Liedsondependentes, agora que ele até diz que já está bem fisicamente, não é necessariamente mau… para o que falta. É preciso um pouco mais de amparo (Derlei, Izmailov, Moutinho e um Pereirinha melhorado), mas temos tudo para fazer o pleno… e, depois, é pagar os salários do Trofense e contratar, já, o Jorge Jesus… para ele dar-nos o título na última jornada no Dragão!


O Bloco de Notas do Gabriel Alves – jornada 26

Abril 25, 2009

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A CAMINHADA
Sporting – Paços de Ferreira  2-0
Sporting – Rio Ave  2-0
Leixões – Sporting  0-1
Sporting – Naval  3-1
Vit. Guimarães – Sporting  1-2

Sporting – Estrela da Amadora
(25 de Abril, 20.30)

Académica – Sporting
Sporting – Vitória de Setúbal
Marítimo – Sporting
Sporting – Nacional
(Marquês?)


Coincidências…

Abril 24, 2009

Quando o fcp foi jogar a Matosinhos, naquele jogo em que o guarda-redes do Leixões, que fará parte do plantel do clube azul e branco da próxima época, teve um bloqueio mental que o impediu de fazer-se às b0las, deu-se uma espécie de milagre: “apareceu dinheiro que permitiu pagar os ordenados em atraso”, como disse o director desportivo leixonense, Vitor Oliveira.

Esta semana o fcp recebe o Vitória de Setúbal, outro clube com a corda na garganta, não só desportiva como financeiramente. “Graças a Deus”, almas caridosas que gostam do clube do Sado encontraram forma de pagar parte dos ordenados em atraso.

Eu tenho pena que não estejamos na final da Taça de Portugal. Sempre podíamos trocar o caneco por uns milhões para abater no passivo.

p.s. – como me disse o Cintra, também é maravilhoso o Orlando Sá, jogador do Braga, clube com o qual o fcp poderá ter que decidir o campeonato, estar a recuperar de uma grave lesão na clínica do dragão.


Paulo Cristóvão, o candidato PJ

Abril 24, 2009

“O Sporting tem sido governado, nos últimos 12 anos, pelas mesmas pessoas, que apenas vão mudando de posição, que saltam de tacho em tacho. Eu e o grupo de pessoas que integram o projecto, entendemos que é altura de se acabar com a monarquia, onde apenas falta saber quem é o príncipe herdeiro. O Sporting precisa de um presidente que ruja para fora e não de um presidente, como Soares Franco, que só ruge para dentro e para fora… mia”

“Tem de passar a existir [no Sporting] a cultura do mérito, onde o reconhecimento pelo trabalho das pessoas deverá ser compensado monetariamente. É assim que acontece, por exemplo, no FCP. No Sporting não podem continuar a fazer-se jantaradas, como a última, em que se diz que é de apoio a Soares Franco mas onde, na realidade, só se vislumbraram credores e outros interessados em vir a assumir negócios”

Ainda não tinha lido nada sobre o homem. Recolho estas duas ideias. O resto está aqui. Incluindo a foto. Uma espécie de Serpico do barlavento. Que não se candidatará se for condenado no caso dos socos-que-deu-ou-não-deu-à-outra-que-diz-que-matou-a-filha-e-foi-presa.

PS: Gosto do ’soundbyte’ sobre o presidente que ruge para dentro e mia para fora. Gosto de ’soundbytes’, no geral. Acho piada a candidatos que sabem fazer manchetes. Pelo menos anima o debate.


Com este, eu sei bem o que fazia

Abril 24, 2009

Tenho mais um ano de contrato, depois iremos ver o meu futuro, no final da época veremos se fico no Sporting ou saio“, Romagnoli

Façam-nos um favor e devolvam este padreca ao futebol mexicano. Dois milhões é suficiente e até vamos ao aeroporto dizer-lhe adeus.


O que fazer com Paulo Bento?

Abril 22, 2009

Faço a pergunta e hesito na resposta. Ao longo desta época já tive a convicção de que era altura de mudar de treinador. E também já tive a certeza de que devíamos renovar. Hoje não sei. Estou indeciso. Diria que me inclino a 60% para o “adeus, obrigado, foi bom e até à próxima”. É o lado emotivo a falar. Depois há os 40% do lado racional, que me obrigam a fazer justiça ao que de bom o homem fez por nós nestas quatro épocas.

Para os 60% contribuem os campeonatos perdidos, o mau futebol, a teimosia, as goleadas na champions, os sucessivos problemas no balneário, a pouca capacidade para fazer os putos evoluir mais, os péssimos jogadores que avalizou, a incapacidade de reconhecer erros, a inexistência de alternativas tácticas e, claro!, o cabrão do losango, entre outros factores menores.

Nos 40% estão as taças, os apuramentos para a champions, a estabilidade, a aposta nos putos, a personalidade frontal, a capacidade de reagir aos momentos adversos e, sobretudo, a noção de que poucos fariam melhor com estes jogadores e com este orçamento. Ou seja, para reforçar este último ponto, que é o mais importante nestes 40%: que sentido fará abdicar de Paulo Bento para arriscar num treinador que muito provavelmente fará pior do que ele? E que treinador será esse? Um estrangeiro? Os bons custam o dinheiro que não temos. Um português? Quem? Jorge Jesus?

É neste ponto que me encontro. Cheio de dúvidas. E acho que este é o “timing” ideal para discutir o assunto: o título passou a ser uma miragem desde as 19h45 de domingo e os lampiões estão definitivamente agarrados ao lugar deles. Portanto, com o fado do segundo lugar já garantido, aqui fica a pergunta: o que acham os ilustre visitantes cacifeiros? Deixamo-lo partir (por vontade nossa, por vontade dele, por vontade das duas partes) ou lutamos para que fique?

Aproveito, já agora, para criticar o “tabu” que se criou sobre o tema. O Paulo Bento não fala, a direcção não oficializa o convite, nada se decide, tudo fica em suspenso por causa das eleições. Ou seja, arriscamo-nos a que a próxima época seja preparada por quem já cá não vai estar. Bem sei que, nesta fase, os “think tanks” do nosso sportinguismo estão mais preocupados com os “dossiers estruturantes” do clube: as eleições, os candidatos, os vmoc’s, os project finance, a SAD… Pois eu acho que a decisão sobre o futuro treinador da equipa não deveria ser secundarizada. Por dois motivos: 1) A definição do treinador também é estruturante. Trata-se da face visível na liderança do maior activo do universo Sporting. 2) São estes mesmos dirigentes que dizem querer construir um Sporting que não seja dependente “da bola que bate no poste”. Ora, chegar a Maio sem que se defina se este treinador continua ou, sequer, se existem alternativas credíveis – com tudo o que isso implica em termos de definição do plantel –, é abrir caminho para que a bola bata no poste, toque na barra ou ressalte no relvado.


Adeus anunciado?

Abril 20, 2009

O João Moutinho renovou contrato com o Sporting até 2014, passando a cláusula de rescisão a ser de 22,5 milhões de euros. Para além disso, o Moutinho prescindiu do direito de receber dez por cento de uma futura transferência e também do direito de receber dez por cento de uma qualquer proposta superior a quinze milhões de euros que fosse feita, e não aceite, ao Sporting.

Esta até podia ser uma óptima notícia, mas cheira-me que significa que já há negócio alinhavado para ficarmos sem o 28. Só espero que não vá jogar para um Everton desta vida e, se não for pedir muito, que renovem o contrato com o Liedson e lhe entreguem a braçadeira.


Não há um dirigente do Sporting capaz de insurgir-se contra esta merda?

Abril 20, 2009

O árbitro disse-me: “remata, estás isolado, porque eu dei a lei da vantagem.” Eu rematei fraco, porque pensava estar em fora-de-jogo, mas é incrível porque numa grande penalidade não pode haver lei da vantagem“,
Lito, jogador da Académica, sobre a espectacular defesa de Raul Meireles ou, se preferirem, sobre um dos três penaltis não assinalados mais vergonhosos da época 08/09.


Efeito Ronny ou o constatar de um facto?

Abril 20, 2009

Foi o Ronny ou foi o facto do Paulo Bento ter abdicado de um lateral que não passa do meio campo, que mudou o jogo em Guimarães?

É um facto que o Ronny entrou muito bem em jogo, um pouco à imagem do Tiuí na final da Taça de Portugal, e teve peso enorme na reviravolta mas, para mim, este acontecimento só veio reforçar algo que estou farto de escrever aqui no Cacifo: uma equipa que precisa de atacar e encontrar espaços no meio campo adversário, não pode dar-se ao luxo de ter laterais que jogam de cadeirinha, como o Abel que faz centros do meio-campo (os centrais adversários agradecem) porque não vai à linha, ou como o Caneira, que equilibra defensivamente, mas que nem centros do meio campo faz.

É por isso que o Pedro Silva depressa ganhou a nossa simpatia, que o Pereirinha sempre será melhor lateral que o Abel, ou que o Grimi nos cativou e nos (me) fez pensar que era um bocado melhor do que realmente é. É por isso que perdemos pontos na Trofa ou em casa, com a Académica.

O Sporting, como qualquer clube que encontre 18 clubes defensivos em 20 jogos que faça, precisa de ter laterais capazes de desequilibrar. O Ronny conseguiu fazer isso.
(mas pedir que o homem seja o nosso médio esquerdo, é capaz de ser um bocadinho demais)


APAIXONANTE

Abril 19, 2009

Guimarães – 1 (Roberto), Sporting – 2 (Derlei e Liedson)

Nível de endorfinas: bom. Por imponderabilidades de calendário, esta análise já é feita com conhecimento do que se passou em Coimbra (e com total alheamento do que se passa em Setúbal). Faz alguma diferença, mas não faz muita. Podemos dizer que o meio campo do Guimarães, na primeira parte, foi um passador. E que, só assim, é que o Sporting fez uma primeira parte boa, apesar do péssimo jogo do Pereirinha, das evidentes debilidades físicas do Moutinho, da colocação de Liedson à esquerda, a tapar os buracos que o caótico Miguel Veloso ia dando. Podemos dizer isto tudo, e mais alguma coisa, especialmente o horrível jogo da equipa entre o golo do Guimarães e do Derlei. Mas é indiferente.

Porque este jogo resume-se, francamente, a quatro nomes: Bruno Paixão, Rui Patrício, Derlei e… Ronny. Ronny! Qualquer um deles capaz de inverter a lógica dos vários momentos do jogo. E todos interligados. À estupidez de Bruno Paixão (como é que este gajo ainda apita?) foi contrariando Patrício com defesas salvadoras e Derlei com uma acutilância ameaçadora. Depois, abalados pelo roubo à descarada, a revolta da equipa toldou-a (como é habitual)… até à entrada do “revulsivo”. O gatilho da pistola leonina: Ronny! Uma cavalgada pela esquerda, uma bomba à barreira, um livre perfeito para golo, outro quase golo, até lançamentos laterais na direita o homem marcou. Foi tudo dele! E libertou a equipa até à vitória.

Momento-chave: entrada de Ronny.

Prémio Gladstone: saída em falso de Rui Patrício, com a equipa já em desvantagem. Até que…

Prémio El Dieguito: Fabulosa defesa de Rui Patrício a emendar o erro anterior! Provavelmente a melhor defesa de um guarda-redes do Sporting nos últimos anos… E que evitou a derrota.

Prémio Zé Piqueno: Bruno Paixão. Não gasto muitos caracteres com este sr. É mau, muito mau. Mas a culpa já nem é dele…é de quem o designa. E teme-se o pior até ao final do campeonato…

Visão Zeman: A leitura táctica deste jogo esbarra nas condicionantes físicas dos jogadores. Moutinho lento a pensar no ataque e cauteloso a defender, recuando para ajudar o Adrien. Veloso sem disciplina táctica e ao sabor do seu fôlego. Liedson encostado à esquerda para dar linha de passe (já que o Moutinho descansava no ataque) e longe da área. Fez um remate… e um golo. Caneira de travão de mão. E Pedro Silva como único desequilibrador de toda a equipa (inacreditável o que estava guardado há tanto tempo na enfermaria…), valendo a fluidez aos bochechos dada por Adrien.

Na segunda parte, tudo muito mau… até à entrada de Ronny. Parecia outra equipa, com dois laterais a subir… e muita, muita vontade de vingança!

Vivó Sporting… até morrer!: O ”poderoso” Porto precisou, outra vez, de uma mãozinha marota para poder “passear a sua classe”… Fez lembrar a série de cinco penalties seguidos de que beneficiou quando a coisa andava tremida… e que, curiosamente, culminou na actual vantagem de cinco pontos. Enfim, apesar das manhas habituais desta gentinha corrupta, nunca a minha fé nas capacidades de Tulipa e Jesus foi tão grande… E, claro, na força da revolta leonina…. desde que haja mais “momentos Ronny”.

Uma palavra para Paulo Bento: é nestas circunstâncias (“contra tudo e contra todos”), que ele brilha intensamente. O Sporting precisa de mais, mas nos cinco jogos que faltam terá de chegar e é capaz de chegar. E, quando corre bem, é delicioso ouvir rábulas como a do Bruno Paixão em Alcochete para amarelar Rochemback e Grimi… Genial!