Arquivos para a Categoria ‘Adeptos’

A importância da Assembleia Geral

Faltam 11 dias para o arranque da nova época e, apesar de ter sido anunciada a data de 21 de Junho, não há confirmação da realização de uma Assembleia Geral que será extremamente importante para o futuro do clube.
Percebo, perfeitamente, que não seja fácil arrumar (será melhor utilizar o termo reconstruir?) uma casa sem telhado, com algumas paredes deitadas abaixo e onde a desorganização foi tal que a cozinha foi para ao wc da suite. Mas ao deparar-me com notícias como aquela que dá conta da saída dos andebolistas Nuno Silva e João Pinto (que poderão ser seguidos por Hugo Figueira e Fábio Magalhães, por exemplo), também sinto que não há mais margem para adiarmos a dita AG.
Precisamos de saber quais as condicionantes resultantes da reestruturação financeira, acordada com a banca. Precisamos de saber o que são os tão falados cortes. Precisamos de saber o que vão afectar os tão falados cortes. Precisamos de saber o que sobra para as modalidades, face ao peso do futebol. Precisamos de saber, mesmo que de forma superficial (a auditoria deverá demorar mais algum tempo a estar pronta), o estado em que deixaram o nosso Sporting e que sacrifícios serão necessários para minimizar os danos. Precisamos de saber, de forma clara, com o que contamos.

Captações

Os dois posts anteriores aumentaram uma vontade que não é nova: depois do hoje escreves tu e do o mundo a verde e branco, abre-se espaço para aquelas memórias que só alguns presenciaram ao vivo. Quero que nos falem do Peyroteu, do Travassos, do Albano, do Yazalde, do Joaquim Agostinho, do primeiro jogo com iluminação artificial no velhinho Alvalade, do Carlos Lopes e do Mamede, do Livramento,  da sede histórica na Rua do Passadiço, do Azevedo, do Armando Marques… de tudo o que se lembrarem e que faça parte da história do Sporting que alimenta a nossa paixão. Podem começar a enviar os vossos posts, via e-mail (ocacifodopaulinho@gmail.com), colocando “memórias” no título (é provisório, ainda não decidi como se chamará a rubrica).

Entretanto, e já que estamos no defeso, estão abertas as captações para encontrarmos novos craques para o Cacifo.
E do que é que estou à procura? De uma pessoa que seja seguidor da equipa B; de uma pessoa que seja seguidor das camadas jovens; de um fanático por futsal; de um fã de andebol; de um especialista em hóquei; de um Moniz Pereira em potência e de adepto de rugby.
Para se candidatarem a, semanalmente, assinarem um post, basta enviarem um e-mail referindo a área escolhida e lançando-me um texto, sumarento, sobre o tema em questão.
As captações começam agora e terminam dia 30 de Junho.

Bardamerda

Está dado o mote para os falsos moralistas saírem da toca. Que devíamos ter estado calados, que não devíamos ter dito que acreditávamos ser possível ganhar a final em três jogos, que parecemos os lampiões, que, que, que… Um chorrilho de pensamentos onde se nota, claramente, uma profunda saudades de conferências de imprensa onde miamos em vez de rugir. Mas o que mais me enerva, é pensar que estes mesmos moralistas estiveram calados ontem, estariam calados hoje, e viriam saudar o discurso se tivéssemos despachado a final em 3-0.

Dar os parabéns aos jogadores por terem colocado o objectivo no nível máximo e, com isso, terem aumentado os seus próprios níveis de ansiedade? Vale lá a pena.
Indignar-se face à forma como os palermas da RTP, com a mão escondida no bolso, vão massajando os seus cinco centímetros de pila enquanto dizem barbaridades como «o Sporting passeou ao longo do campeonato, mas agora é que é a doer. E estão a apanhar um super Benfica!»? Isso nem conta.
Agora, vir falar em bazófia e, imagine-se, questionar a renovação de contrato com um treinador cujo trabalho está à vista… claro que sim!
A quem promove este estranho sportinguismo, o meu profundo «vão bardamerda!»

hoje escreves tu: No Reino dos Quartins sem Graça

Antes de mais, dirijo-me ao Ralph Meade: Ralph, sei que não enviaste um texto para esta rubrica, mas o teu comentário foi ao encontro de um post que eu andava para escrever há já algum tempo. Assim sendo, e esperando que não leves a mal, passo a publicá-lo com o título que tinha escolhido para o meu post.

 

No Reino dos Quartins sem Graça, by Ralph Meade

Eu também não gosto de unanimismos kimjongilistas. O BdC está em estado de graça e seria muito estranho que isso não acontecesse. Porra, o gajo foi eleito há dois meses, não tem responsabilidades nos resultados desportivos, ainda não apresentam o pacote financeiro porque não houve a AG e recebeu uma casa de doidos, de putas finas que nem foder sabem. No meio deste caos, o presidente tem de gerir o dia-a-dia e planear o futuro. E claro que há coisas que não cumpriu. Umas ainda não cumpriu e acredito, sinceramente, que vá cumprir (investidores, auditoria e outras) e outras não cumpriu e não acredito que cumpra (gabinete autónomo de preparação física ou terceiro elemento). E há outras promessas que espero que não cumpra: o corte de 50 por cento das modalidades, por exemplo.

E por isso, o texto, há uns posts atrás, do Rigaboss é compreensível. De vez em quando há por aqui um unanimismo que roça a idolatria. O presidente é o presidente de todos os sportinguistas, mesmo de quem não votou nele. Não estou a falar dos croquetistas, estou a falar de muitos adeptos e sócios que apoiaram as restantes direções. E que apoiaram mesmo o Couceiro, porque tinham medo de mudar. Pela lógica de alguns comentários aqui, a malta após o 25 de Abril deveria prender todos os que nada fizeram contra o regime salazarista. Foda-se, isso era 70 por cento dos portugueses. Devemos focar a nossa raiva e o nosso rancor (legítimo) nos que usufruíram deste estado de degradação do nosso clube, nos que beneficiaram com isso como se fossem cangalheiros.

Mas também percebo que neste blog a malta azede com facilidade perante as críticas e não haja já paciência para perceber quem é sério e honesto na abordagem da situação e quem só está aqui para irritar e motivar respostas. É que o sucesso desta empresa do Cherba, acarinhada por nós, levou a que o Cacifo fosse uma referência e atraísse cogumelos, gestores de comunicação ou simples trolls. Estes estão aqui para provocar, testar e desgastar. E por isso, a malta responde a torto e a direito. Hoje é o Pau, ontem foi outro, anteontem foi outro. Com provocações baratas e observações que até poderiam ser pertinentes se não estivessem movidas por um ódio cego contra esta direção. Ora, para combater o Ódio Cego, como dizia o Tolkien, só um Amor Incondicional.

E por isso, caros SCP’s, Paus e outros trolls afins, quanto mais provocarem e irritarem com comments cretinos e insidiosos o resultado será o cerrar ainda mais apertado em torno do BdC. Essa vossa estratégia vai virar-se contra vocês, poluir o debate limpo e, no final, o vosso objetivo será extamente o contrário.
Deixem o gajo trabalhar, pelo menos o tempo suficiente para errar de facto e não apenas aparentar que erra. Ou então, infelizmente para vocês, acertar.

Curiosidades

Epá, hoje ainda não li alguém a atacar o Inácio…

p.s. – Manuel Fernandes faz hoje anos. Em pensamento, oferece-lhe o momento que vivemos hoje.

hoje escreves tu: As Opiniões são como as Vaginas

Quarta-feira, dia de hoje escreves tu. E se a temperatura lá fora promete novo dia quente, o post que se segue promete fazer subir ainda mais o termómetro. (para que conste, o título é meu. Tendo essa oportunidade, e sendo o post sobre o direito à opinião, achei por bem homenagear uma das mais belas frases que já ouvi).

«As Opiniões são como as Vaginas: cada um tem a sua e quem quiser dá-la, dá!», by rigaboss

Primeiro que tudo, já sei que o simples facto de ser eu a escrever isto, já irá provocar reações adversas.
O que podemos considerar exigência e sentido critico?Será que por uma direcção ser relativamente nova temos que aplaudir tudo o que é feito e dito? Até que ponto se irá justificar tudo com”ah mas a direcção anterior fez pior, teve não sei quantos milhões de prejuizo”?
Eu vou sendo acusado de ser “croquette” por ter defendido a anterior direcção( quando existe pessoal que hoje em dia passa “cheques em branco”, mas anteriormente andou desde o dia um a mandar bocas), mas defendi tanto essa, como defendo esta, mas sem nunca passar cheques em branco, quer numa quer noutra.
Se formos a ver já existiram motivos para questionar, o rumo desta direcção( que sempre desde o inicio falou em transparência e que melhor sinal disso seria explicar as coisas e o rumo definido de uma forma clara sem dar azo a rumores), mas para muita gente é o fechar de olhos e o deixar andar, visto “o Bruno é que sabe” , e como sabe tudo o que decidir é bem feito, e nem vale a pena questionar( quem o fizer é considerado herege pela turba e merece ser excomungado).
Para mim, quem  falta ao respeito aos outros e não aceita opiniões contrárias, mas acima de tudo não tem espírito critico, não questiona nada agora, quando antes questionava tudo, não é sério e infelizmente é o que mais se vê por aqui. Enfim continuem com palas nos olhos, a não tentar perceber as coisas, a dar carta verde a tudo e depois mais tarde se as coisas(que espero que não) correrem mal, não comecem a questionar porque não perguntaram antes, porque não quiseram saber das coisas agora.
p.s.: já tinha comunicado isto ao Cherba, mas para mim comentários apenas relacionados com o tema do post serão feitos, de resto serão ignorados, e peço ao Cherba que me elimine os comentários caso eu não cumpra

Bem, parece que vamos ter que falar sobre isto

BdC no banco

Creio que estará para breve, o anúncio da não renovação com Jesualdo Ferreira. Mais do que as notícias que se vão sucedendo, o não anúncio da continuidade representa esse final de ligação. Ora portanto, e mesmo correndo o risco de um golpe de teatro ao minuto 92, a minha primeira reacção é: era o que me faltava, fazer disto um drama! Ou, se preferirem, era o que me faltava achar que Jesualdo é uma garrafa de Ty Nant servida no deserto.
Jesualdo fez melhor do que Sá Pinto, do que Oceano, do que Franky Ve? Fez, claro. Mais não seja, devolveu o conceito de arrumação táctica à equipa e restituiu os níveis de confiança (apesar dos tremeliques quando marcamos um golo e nos apanhamos em vantagem). Depois, e parece-me ter sido essa a sua grande conquista, conseguiu estabelecer uma boa relação com os jogadores, algo a que não será alheio o facto de ser um treinador com o nick de professor (resultou bem, numa equipa de miúdos).
Resumidamente, e já o disse, não me incomodava se Jesualdo ficasse. E, muito provavelmente, era mais do que suficiente para conseguir o que vai ser exigido na próxima época. A questão que se coloca é se, num projecto a médio prazo, seria (será) capaz de nos conduzir a um degrau mais acima?

Entramos, então, na roda dos nomes.
Fala-se em Rui Vitória. No seu percurso, bom trabalho ao serviço do Fátima, ao serviço do Paços e, agora, ao serviço de um Guimarães que começou a época em cacos. Em qualquer um destes clubes, com maior relevo para o actual, trabalhou com gente nova. É visto como um treinador metódico e organizado. Grande dúvida: será um novo Paulo Sérgio?
Fala-se em Leonardo Jardim. Sportinguista de gema, disse, quando era puto e apontando para a televisão, “um dia vou treinar aquele clube”. Esse clube era o Sporting. Deu nas vistas no Beira-Mar, altura em que, até aqui no Cacifo, alguns defenderam o seu nome em Alvalade (enquanto outros garantiam que estava a caminho do Dragão). Acabou em Braga, onde voltou a fazer um bom trabalho e de onde partiu para o Olympiakos. Foi despedido quando seguia em primeiro lugar. Tem imagem de um treinador virado para o ataque e com um feitio lixado. Grande dúvida: o que fará com uma equipa em formação, longe de estar consolidada?
Fala-se em Marco Silva. O brilharete do Estoril catapultou-o para as luzes da ribalta. É apologista de um futebol atractivo, de ataque, onde a equipa raramente se encolhe. Tem tudo a provar e quer prová-lo Grande dúvida: treinar o Estoril nunca será como treinar o Sporting, mesmo que seja um Sporting a reaprender a rugir. E terá ele voz de comando para um balneário de jovens craques em potência?

Podíamos alongar a lista, mas, a ser um português, não me parece que não seja um destes três.
Depois, claro, há os sonhos. Como Bielsa. Ou, mais megalómano ainda, como Jupp Heynckes.
São nomes que se sobrepõe a qualquer teoria estilo «deve ser alguém que conheça o nosso campeonato». São nomes que nada têm a aprender, apenas a ensinar. São nomes que se encaixam num projecto a médio prazo. São nomes que me fazem pensar que, imaginando que o nosso orçamento para a próxima época são 15 milhões, eu reservaria esse dinheiro, em primeiro lugar, para um treinador e um avançado que valessem pontos.

Seja como for, e independentemente dos nomes, há uma questão à qual teremos que ser nós a responder. Teremos paciência para perceber que, para o ano, não jogaremos para o título?

Atenção, Sportinguistas espalhados pelo mundo

Lembram-se deste post? Pois bem, então aqui vai a continuidade.
A partir da próxima semana arranca a rubrica «o mundo a verde e branco». E o que é isso? É um desafio, a todos os que estão longe, para que, via e-mail, nos contem como se vive e sente o Sporting a kms de distância. Para que nos contem, afinal, como é estar afastado de um grande amor!

Sportinguismo, cinzentismo e anti-benfiquismo

Vamos directos ao assunto: dizerem-me que não posso rir de tristezas alheias quando estou triste, é o mesmo que, depois de eu ter caído, de forma patética, no meio da rua, não posso rir-me de outra pessoa que se espalhe ao comprido. É o mesmo que dizerem a um velhote (não me lixem, eu gosto da palavra, bem melhor do que cota ou sénior ou idoso. Troquem por antigo, se preferirem) que teve o azar de mijar-se nas calças, que não pode rir-se do vizinho quando este se borra pelas pernas abaixo.

Os exemplos poderiam continuar, conduzindo-nos a uma constatação: dizerem-me que não me posso rir ou fazer piadas com uma derrota do Benfica, só porque o Sporting está na merda, é estúpido. Eu diria mais, é cultivar um estado de alma mais melancólico que o fado; é cultivar um cinzentismo doentio que assenta, em minha opinião, na incapacidade de rirmos de nós mesmos. E sem essa capacidade, meus caros, esta vida é bem mais insípida.

Mais irritante, ainda, é ver supostos iluminados da blogosfera, misturarem essa capacidade de continuar a rir nos momentos dolorosos, com o tantas vezes falado “anti-benfiquismo”. Vou ser o mais sincero possível: não vi o jogo. Ou, se preferirem, vi 15 minutos, algures a meio da primeira parte. Senti que não tinha nada a ver com aquele filme, sendo que o meu único desejo, irrealizável, era que perdessem os dois. Até porque, cada vez menos, se consegues distinguir os meios utilizados para atingir os fins. Entretanto, estava eu sossegado a ver um filme (Detachment, vejam que vale a pena), começo a ouvir gritos na rua. «Olha, acho que o Benfica marcou», disse à minha mulher, acreditando ser o meu vizinho o autor do descontrolo. Vamos à net, confirmar quem marcou, e, entretanto, chega um sms de um Sportinguista. “Golo do Porto”, dizia a mensagem. «Esse gajo preocupa-se mais com o Benfica do que com o Sporting. Acho isso triste», digo eu. «Mas isto tem piada», responde-me ela. «Obviamente que tem piada, principalmente depois de todo o carnaval das últimas semanas», completei eu.

Parece-me que este pequeno exemplo espelha bem o que pretendo dizer: não me peçam para festejar golos, marcados por qualquer um destes clubes. Mas não me venham com conversinhas de merda, dizendo-me que rir-me dos outros é não conseguir ser superior. Isto é futebol, caralho. E, ao contrário do que o tal iluminado escreveu, é uma das coisas que, ao longo da vida, nos permite «apontar o dedo e gozar como um menino traquinas da primária»
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Dia do Leão

O Sporting Clube de Portugal prestou esta terça-feira, 7 de Maio, uma homenagem a todos os sportinguistas falecidos, 18 anos depois da tragédia ocorrida antes de um Sporting-FC Porto [...] O presidente Bruno de Carvalho colocou uma coroa de flores na Praça Centenário, junto ao Monumento ao Adepto. A cerimónia contou com a presença de representantes de várias modalidades do Sporting, entre os quais os capitães Rui Patrício e Fito Rinaudo (futebol), Ricardo Dias (andebol), Michael Risley (rugby) e João Benedito (futsal).[...] «Este momento é para lembrar não só o Zé e o João Paulo, mas todos os sportinguistas que morreram vítimas de tragédias, como por exemplo Rui Mendes, no ano seguinte [durante o jogo da final da Taça de Portugal com o Benfica] e todos os sportinguistas que já nos deixaram. Nestes momentos, temos de nos lembrar que somos uma família e que devemos deixar a marca do nosso trabalho, para que também um dia todos sejamos lembrados como grandes sportinguistas», afirmou Bruno de Carvalho.

Respirar Sporting!

Foi bom, muito bom, sentir que somos lidos e que somos levados em linha de conta. Sentir que nos consideram um marco na defesa do Sporting, sendo essa defesa feita de forma apaixonada e desinteressada.  Sentir que querem ouvir as nossas ideias.
O próximo passo é, precisamente, esse: compilar as mais de 40 páginas de ideias que tenho em minha posse e colocá-las à disposição do nosso Sporting. E, como não poderia deixar de ser, neste Cacifo de Ideias estará o nome de todos os que para ele contribuíram!

p.s. – quem ainda quiser enviar ideias que o faça até ao final do dia de amanhã, para o e-mail do Cacifo.
p.s.2 – o mais tardar amanhã de manhã vou responder a quem enviou e-mail. Se a meio do dia não tiverem notícias minhas, reenviem

Ao ponto a que chegámos

Afirmar que a Europa está em risco por não dependermos de nós, é constatar uma triste realidade.
Afirmar que vai ser complicado lá chegar porque, na última jornada, temos um jogo complicado, em Aveiro, é uma realidade que não posso aceitar. Por muito mal que tenhamos estado, por muita savana que tenhamos que palmilhar, achar que não damos a volta a Olhanense e Beira-Mar é um estado de espírito que leva o nosso clube para um patamar inimaginável. E, parece-me, deve ser alvo de profunda análise.

Cacifo chama Londres! Cacifo chama Londres!

Recebi uma mensagem, por e-mail, e acho que há por aqui pessoal bem mais habilitado a responder ao Jorge do que eu.

«Boa tarde grande Cacifo.
Como Sportinguista orgulhoso vivendo em Londres, o Sporting é uma das ligações mais profundas que tenho ao meu país!
No ano passado, aluguei um carro e fui sozinho até Manchester e vi o grande jogo em que mandámos o City c’os porcos! Que noite! Nos grandes jogos, apanho 3 metros (45mins) só para ir ver o meu Sporting num cafezinho português rodeado de imperiais e bifanas!
Mas confesso que me faz falta mais Sporting. Um sítio com cachecóis verde e brancos nas paredes, com fotografias dos 5 violinos nas paredes, com Sport Tv e antena 1 a dar ao mesmo tempo. Como seguidor assíduo do Cacifo, peço-vos ajuda. Têm informação de algum “núcleo” activo, de uma sede, de uma tasca, de qualquer coisa onde se ainda de respire Sporting?
Obrigado pelo vosso trabalho e viva o Sporting!»

p.s. – já agora, era interessante saber quem são os Leões Cacifeiros que vivem fora de Portugal. Cacifo chama o mundo! Cacifo chama o mundo!

Queremos fazer do Sporting um grande clube, tão grande como os maiores da Europa!

cacifo de ideias

Parece-me o dia perfeito, para dar o primeiro passo rumo a uma proposta que nasceu nas caixas de comentários do Cacifo.
Não sei se podemos chamar-lhe voluntariado verde e branco, mas tenho a certeza que, todos juntos, podemos tornar o Sporting no Sporting dos nossos sonhos. Tenho a certeza que, todos juntos, podemos dar sentido à frase «o Sporting é nosso outra vez!». Tenho a certeza que, com as nossas ideias (deixem-nas na caixa de comentários ou, se preferirem, enviem-nas por e-mail), podemos contagiar milhares de outros Leões.
Eu comprometo-me a alimentar este rugido. E a fazê-lo chegar a quem de direito.

Marketing

Eu percebo a acção que levou a que Cristiano Ronaldo fosse o sócio 100 mil. A questão é: e o que vamos fazer com isso?
Passo a explicar. Lá por fora, neste mundo do futebol, o facto terá um impacto mínimo. Cá dentro, se a mim, que estava no estádio, o momento pouco me entusiasmou, não acredito que tenha entusiasmado quem soube da efeméride pela televisão, pela rádio ou pela imprensa. Mas este poderia ser um excelente ponto de partida para uma campanha alicerçada em Cristiano Ronaldo.
Ronaldo é uma referência para milhares de crianças e adolescentes que, com toda a certeza, quereriam imitá-lo caso a mensagem lhes fosse dirigida. Tal como outros milhares de miúdos quereriam jogar no Sporting, se Ronaldo lhes recordasse que foi aí que começou a conquistar o mundo. Até por esse mundo fora, uma mensagem dirigida aos Sportinguistas espalhados pelo planeta, traria dezenas de novos sócios. Mensagens. Curtas. Fortes. Objectivas. Mas com alvo definido. Se o que se passou ontem tiver sido um primeiro passo nesse sentido, o meu aplauso. Se tiver sido o que foi, epá… serviu de embalo para ir comprar pipocas para a minha filha.

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