Arquivos para a Categoria ‘Adeus ó Batatoon’
19 Fev
Diz que isto aconteceu esta noite
Que Dias Ferreira se passou da tola e que transformou a conferência de imprensa do Futre num momento para aprendizes. É verdade que Dias Ferreira terá várias velux, sem cortina de protecção, no seu telhado, mas não posso deixar de assinalar o grito de revolta de alguém que sempre pareceu atarantado perante a hipótese de mudança.
Pego nas palavras do José (não sei quem és, mas um obrigado pela reportagem) e publico-as com um “aleluia!”.
- “Haverá mais uma vez os candidatos que têm a protecção da banca, designadamente do BESI e do seu presidente José Maria Ricciardi e os outros”
- “já foi tornado público que os candidatos só a partir de dia 22 terão acesso à real situação do clube. Se só no dia 22 é que vou ter acesso aos problemas reais do clube, como é que eu até dia 21 sei quais são os problemas e apresento a solução para eles?”
- “No dia a seguir às eleições é publico que os candidatos precisam de 25M, mas depois precisarão sempre de mais algum valor que podem ser 40M e depois ainda podem ser 60M, ou seja, a situação do clube é um cenário tão negro, tão negro que, a ser verdade, inspira respeito.
Se um individuo avançar e for eleito corre o risco de vir a ser acusado de fechar a porta do Sporting.”
- “Não sinto coragem para avançar perante esta situação…porque provavelmente iria branquear tudo o que de errado se fez para trás…qualquer dia o BPN parece um assunto de amadores”.
- As pessoas que são reponsáveis falam que são precisos 25M para que o clube não feche, falam de rescisões de jogadores, como se não tivessem nada a ver com isto. É uma falta de amor e de respeito pela história do Sporting…fazem mal ao clube e com total desplante ainda fazem chantagem sobre os sócios ao dizer que quem for candidato tem de trazer 25M, como se não tivessem responsabilidade nenhuma. Foram eles os responsáveis pela situação do clube e essa sua responsabilidade é criminosa.”
- “Talvez tenha sonhado, mas parece que para pagar algumas despesas correntes, algum capital social da SAD já estará comprometido.”
- “Só no 1º Conselho Fiscal da era Roquette é que José Maria Ricciardi não fez parte do Conselho Fiscal…do mesmo Conselho Fiscal fazem também parte aqueles que são os auditores. E depois é impressionante que criticam a gestão do clube e a situação a que o clube chegou.
Eu pergunto_:
- Então para que é que serve o Conselho Fiscal?
- Para que servem os auditores?
- O Conselho Fiscal não tem obrigação de chamar a atenção para os negócios que são feitos?
- Vêem os ordenados que são pagos, os negócios, etc, e não alertam para estas situações?”
- “(sobre os responsáveis pela situação do clube), não percebem nada de futebol. Isto é má gestão, cria revolta e têm de ser responsabilizados. E é ver um sorriso cínico desses responsáveis que dizem que quem quiser presidente tem de apresentar um cheque de 25M.
É triste ver que se reduz a história de um grande clube a um cheque.
Os valores que fizeram o Sporting desapareceram”
4 Out
Aos 30 minutos de jogo
Podem deixar o Sá na Hungria. Amanhã eu dou o treino (sim, porque se o gajo regressa ainda temos dia de folga).
18 Jan
A lógica, a falta dela e vai mas é lamber um servette
Ainda ontem defendi que, por uma questão de lógica e de justiça para com os restantes elementos do plantel, João Pereira devia reflectir sobre a muita merda que tem feito, vendo o próximo jogo do banco. Ao olhar para a convocatória, vejo Arias e Pereirinha de fora o que, parece-me, implica que João Pereira venha a ser titular frente ao Moreirense. Estou totalmente em desacordo, tal como discordo da ausência de Rubio nessa mesma convocatória. E, a confirmar-se a titularidade de Ribas, começo a não perceber a compra de Bojinov. Se o treinador acha que ele rende mais nas alas, onde as opções são várias e melhores, se o treinador se mostra pouco interessado em ter um plano de jogo que inclua dois avançados, então que raio está o búlgaro a fazer no plantel?!?
Para equilibrar a balança, Domingos teve, hoje, uma excelente prestação na conferência de imprensa que antecipou o jogo de amanhã, onde nem perdeu a ocasião para afrontar as duvidosas declarações do Godinho (estas, sim, e depois da rábula dos imagens, ficaram aquém do exigido) e onde só faltou perguntar ao Luís Duque se ele acha mesmo que o Sporting não é um clube grande ou se o disparate que disse resultou de ainda estar a arrotar o jantar, numa combinação sonora que lhe toldou o pensamento (até me admiro como é que tamanha barbaridade não ganhou outras proporções na nossa bela imprensa desportiva).
Não vou estar a transcrever tudo, que, quem quiser, pode espreitar aqui e aqui, mas destacaria dois momentos:
- primeiro, a história: «No final do último jogo, houve dois jogadores do Sp. Braga que no acesso aos balneários me disseram: toma! Sabem qual foi a minha reacção? Positiva! A minha reacção, se calhar, na mentalidade de outras pessoas, seria: Hugo Viana, no Valencia não jogava, fui busca-lo, consegui levantar-lhe a carreira e hoje é um jogador diferente. Fogo, faz-me isto!… O Mossoró, era suplente utilizado com o Jesus, comigo fez um grande campeonato, teve uma grave lesão, fui visitá-lo ao hospital…, que ingratidão! Mas eu não penso assim. Penso que formei dois campeões e que aquilo é a minha imagem. E sabem o que quero? De hoje para amanhã quero ouvir o mesmo do Onyewu, do Van Wolfswinkel, quando eles estiverem adaptados a este campeonato, mas para melhor ainda, porque é assim que trabalho. Não fico chateado porque é esse tipo de jogador que quero, é isso que procuro no Sporting».
- depois, uma espécie de resposta ao reaparecimento de Costinha, em versão abutre. «[...] Dá-me a sensação que muita gente que por aqui passou fala de forma ressabiada e quem por aqui queria passar fala de forma injustiçada [...] Estou aqui há seis meses mas quando sair do Sporting não vou dizer mal, tal como não disse em Leiria, Coimbra e Braga. Para este clube ser diferente temos de mudar muita coisa, para sermos grandes temos de mudar muita coisa, porque eu quero ganhar e quero dar alegrias aos adeptos»
Aliás, esta é uma carapuça que assenta que nem uma luva às centenas que se assumem como grandes Sportinguistas. Recordo-me de uma entrevista do Costinha, onde o gajo defendia que um dos maiores problemas do Sporting era o facto de haver tanta gente a opinar e sempre pronta a criticar de forma pouco construtiva. Ora, o que este palerma deste ministro (porra, acho que nunca uma alcunha foi tão bem dada) veio, ontem, fazer, foi precisamente contribuir para esse ambiente que, segundo ele, só serve para impedir o clube de ser cada vez maior.
Para ele, para os fadistas e demais artistas, quero mais é que vão lamber um enorme servette de duas bolas. Uma verde e outra branca. Para ninguém colocar em causa o seu sportinguismo.
9 Set
Ponto de situação
Ainda não tinha tido oportunidade de despedir-me, condignamente, de Hélder Postiga e de Yannick Djaló. Nem de, fechado o mercado, comentar a forma como a dupla Freitas/Duque abordou o mesmo. Vamos por partes.
Não pude deixar de achar cómica, a reação de alguns Sportinguistas à saída de Postiga e de Djaló, lamentando a sua venda e considerando que perdemos dois bons jogadores.
De Postiga, só tenho a dizer o seguinte: marcou 12 golos em quatro épocas, uma média miserável. Aliás, contabilizando o número de minutos jogados, consegue ter uma média pior do que Purovic, do que Rodrigo Bonifácio Tiuí e do que… Koke. Estou-me completamente a cagar para o facto do gajo se julgar a “Paula Rego das quatro linhas”. Quero golos. Ele é avançado e não os marca (e ainda impede os colegas de fazê-lo). Põe-te nas putas que já vais tarde!
Quanto a Yannick, teve mais do que oportunidades para provar que era jogador para o Sporting. Como avançado, consegue disfarçar as suas deficiências técnicas com alguns golos, mas podemos ter num plantel um jogador que, em dez bolas, domina duas à primeira? Que como extremo não sabe ir à linha e cruzar? Ou partir para cima do adversário e fazer a diferença num 1×1? Não, não é jogador para o Sporting e não vamos tratá-lo como coitadinho só porque é oriundo da nossa formação. Nem vamos fazer dele um menino bem comportado, quando várias vezes o vimos não festejar golos porque estava amuado por terem gozado com o seu novo penteado. Ah, e muito menos vamos manter um jogador que nos dá motivos para aplaudir duas ou três vezes por época, só porque o gajo ainda vai parar ao Porto e ai ai ai (por favor, não me falem no Varela. Se os tripas não tivessem sido campeões o gajo já tinha sido apelidado de merdoso que, por época, passa dois ou três meses lesionado).
Quanto ao mercado, e depois de ter-se conseguido um treinador com competência, existiam várias lacunas no plantel a resolver:
- um concorrente para João Pereira
- defesas centrais que permitissem colocar um ponto final no calvário dos lances pelo ar
- um lateral esquerdo
- médios centro de qualidade
- extremos
- avançados que substituíssem Liedson (porra que ainda ontem vi o homem marcar dois ao Flamengo)
Para concorrer com João Pereira avançou-se para João Gonçalves, entretanto emprestado ao Olhanense. Ficou Pereirinha, que para mim apenas tem hipótese de jogar neste posição, e chegou Arias, que muito boas indicações deixou no mundial de sub-20. Creio que temos o problema resolvido.
No centro da defesa, um dos maiores problemas, optou-se por manter Anderson Polga e Carriço (que, por muito que me custe dizê-lo, já me pareceu bem melhor). Foi-se buscar Rodriguez, ao Braga, e chegou o gigante Onyewu, que de muito bom, contra a Juventus, passou a grande merda, contra o Valência. Bipolaridades à parte, para mim não tem muito que saber: é Rodriguez, à esquerda, e Onyewu, à direita. Não será uma dupla de sonho, pois não, mas ganhamos, força, ganhamos altura e, aposto, deixamos de sofrer golos patéticos. E, porra, duvido que não seja dupla para nos fazer lutar por títulos. Agora, é preciso é que consigam jogar juntos três ou quatro vezes para ganharem entrosamento.
Ainda na defesa, agora do lado esquerdo, penso que está mais do que visto que Evaldo é mediano. Pouco ataca e defende assim assim. Tem dias, no fundo. Mas como o Sporting precisa de alguém que tenha meses em vez de dias, foi-se buscar Insua. E era preciso o Grimi pegar-lhe a gripe para o homem não vir a transformar-se no nosso titular.
A meio-campo, onde sobravam André Santos, Matias e Izmailov da época passada, chegaram Rinaudo, Schaars, Luis Aguiar e Elias. Prefiro nem me alongar muito em comentários, deixando apenas a seguinte pergunta: olhando para estes sete gajos, e mesmo acreditando que possamos sentir a falta de um gajo que limpe tudo o que sejam bolas pelo ar, há quantos anos não tínhamos um meio-campo com esta qualidade e estas opções? Inácio, por exemplo, foi campeão com uma rodela central onde cabiam Duscher, Vidigal, Bino, Toñito e Delfim. Temos piores opções? E o Sr. Boloni, pese o poder de fogo ao seu dispôr, tinha como médios centro Paulo Bento, Vidigal, Custódio, Bruno Caires, Diogo, Hugo Viana e o Afonso “nem pensem que me vou embora até terminar o meu contrato” Martins. Temos piores opções?
Já cheirava mal não termos extremos, não cheirava? O odor mudou radicalmente com a chegada de Capel, Jeffren e Carrillo. Há extremos, pois há, e de qualidade. Até o puto peruano, que parece ter vindo numa de estagiar durante a primeira época, mostra a cada pormenor ter imenso futebol naqueles pés.
Por último, havia que resolver um problema que se deixou arrastar: a dependência de Liedson. É inacreditável como se foi deixando passar os anos sem se antecipar a saída ou diminuição de rendimento do Levezinho. Pensar que Postiga podia ser o seu substituto não foi um acto de fé, antes de acefalia, que nos deixou entregues a um ataque sem golos. Chegaram, entretanto, Wolfswinkel, Rubio e Bojinov. Já nem discutindo qualidades e características, patético será algum deles fazer pior do que o dito artista. E dizer que qualquer um deles não presta, parece-me desonesto.
Posto isto, e muito resumidamente, há matéria prima para o Sporting estar, efectivamente, de volta. Que assim nos ajude a ausência de lesões e que, depois de ter andando a colocar jogadores a titulares para poder vendê-los, que seja capaz Domingos de se deixar de invenções parvas e de confirmar que o que de bom fez até hoje, enquanto treinador, não foi obra do acaso. A prova de fogo está marcada para amanhã, naquele que tem tudo para poder ser o primeiro jogo do resto da nossa época.
19 Abr
És um merdinha, mesmo baixinho, joão moutinho, joão moutinho
Caro João,
quem diria que, passado quase um ano da tua saída do Sporting, estaria a escrever-te. E o que me leva a escrever-te, perguntarás tu.
É coisa pouca, garanto-te. E fácil de resumir.
Desde que foste lançado na primeira equipa do Sporting, habituei-me a ler e a ouvir dizer que, em campo, compensavas em entrega e em carácter o facto de seres meia leca. Passei, também eu, a apreciar essas qualidades, enquanto te assumia como um dos símbolos do meu clube.
Saíste, da forma que saíste, e, ainda assim, tive imensa dificuldade em apontar-te o dedo.
Felizmente, no domingo, tiveste uma atitude que me ajudou a dissipar dúvidas: a forma como festejaste o segundo golo do Porto, correndo histericamente pelo campo como se tivesses conseguido vingar a tua honra, fez-te descer mais baixo do que uma maçã podre esborrachada no asfalto.
Não porque não tenhas direito a festejar os golos da tua nova equipa, antes porque revelaste uma pequenez de espírito que te torna incapaz de respeitar o clube e os adeptos que te ajudaram a crescer. Pouco (em todos os sentidos), está visto.
Na tua cabeça até podia pairar a figura do Bettencourt, do Costinha ou de quem tu quiseres, mas, para todos os efeitos, aquele teu histerismo foi um soco no Sportinguismo. Um soco cobarde, diria mesmo, depois de ter-te visto bem encolhidinho em Alvalade, na primeira volta e, agora, todo pimpão junto aos teus novos amigos.
Aproveito, assim, para dar-te os parabéns. Não por uma conquista desportiva, mas por teres conseguido entrar para a lista de pilas pequenas e caracter ainda mais curto, onde cabem outros artistas como o Palmilhas Martins ou o Pai da Mariana.
11 Mar
Desespero, má formação ou “acordei e vi-me ao espelho”?
«É triste que pessoas sem passado venham deitar poeira para os olhos dos sócios, como se eles não percebessem [...] Bruno de Carvalho é um candidato que não tem categoria para ser a terceira categoria do Vale e Azevedo», Godinho Lopes, in Agência Lusa.
p.s. – já agora, oh Godinho, não podias ter-te armado em macho no debate televisivo? É que só te vi engolir em seco…
19 Jan
Venha de lá essa mudança!
«Depois de uma reunião de mais de duas horas, o presidente da mesa da Assembleia Geral dos leões, Dias Ferreira, anunciou que, por unanimidade, os membros dos órgãos sociais do Sporting decidiram renunciar aos respectivos mandatos com efeitos a partir do dia 14 de Fevereiro.
Em consequência dessa decisão, Dias Ferreira anunciou para o dia 26 de Março uma assembleia geral eleitoral»
16 Jan
Ricciardi, Oliveira e Mendes também se demitiram?
Hoje é o primeiro dia do resto da nossa vida sportinguista.
Tenho poucas certezas sobre o que irá acontecer. Mas o mais provável é que o sistema perdure, com outro nome. Tenho a esperança que apareça um líder carismático, que se saiba rodear das pessoas certas e competentes, que tome mais decisões certas que erradas, que resgate o Sporting dos abutres que o rodeiam há anos, que não precise do Sporting para nada. Tudo aquilo que não foi o Bettencourt. Mas essa esperança é quase do domínio do místico. Dificilmente acontecerá.
O Bettencourt sai de fininho, debaixo de insultos e com cara de chorão, a caminho de um dos bancos a quem deu de bandeja a parte da SAD do Sporting que não é do clube, com os terrenos da Academia, o Estádio, os direitos TV, tudo lá metido. As decisões de gestão do Bettencourt – que ecoaram de forma mais trágica, a linha do passado – danificaram, se calhar algumas irremediavelmente, o clube. Física e moralmente.
O Bettencourt geriu muito mal o futebol, baixando sucessivamente os níveis médios de qualidade. Tomou uma decisão que irá marcar a memória colectiva do clube, para sempre, ao vender o capitão do Sporting a um rival. E nunca fez nada – pelo contrário – para mudar o futebol português, que tanto mal tem feito ao próprio Sporting, nos planos moral, financeiro e legal.
Futebol, política e finanças: os três pecados quase capitais que espelham uma gestão cujo fim não podia ser mais simbólico – deixa o clube à deriva, sem nexo, com treinador, jogadores, dirigentes escolhidos por ele à frente de um clube que já não é deles. Teoricamente…
… aqui é que bate o ponto: se a sucessão for feita pela mesma gente que lá anda, só mudam os nomes, talvez possa haver mais critério nas decisões. Talvez se consiga corrigir alguns erros de princípio. Mas o essencial mantém-se: o sr. Ricciardi e o sr. Vara financiam, o sr. Oliveira vende e o sr. Mendes compra. É esta a tríade que manda no Sporting, sem alternativas, sem os angolanos dos outros, sem os brasileiros dos outros, sem outras vias de fuga.
A saída do Bettencourt devia ser acompanhada de uma profunda avaliação da gestão do Sporting na última década que, num país e futebol normal, acabaria nas barras dos tribunais e, se não na prisão, pelos menos com avultadas indemnizações ao clube. O Bettencourt sairia com medo do futuro e não com cara de parvo. Não sai, porque sabe que tem as costas quentinhas… Para bem do Sporting, era preciso que a Santa Trindade do futebol português também se tivesse demitido. Não se demitiu: o Sporting é uma fonte de receitas demasiado importante para estes senhores, é um excelente negócio, agora mais que nunca. O sr. Oliveira já tem os direitos de TV por mais alguns anos, a preço de saldo, o sr. Ricciardi já tem óptimas contra-garantias para os avultados empréstimos feitos com “spreads” fantásticos, o sr. Mendes já tem os melhores jovens jogadores do plantel e Academia.
É este o balanço da presidência do Bettencourt: tudo feito com alguma classe, diga-se… na perspectiva da Santa Trindade…
O futuro não é negro, porque esta gente sabe que só ganham o deles se o Sporting continuar a jorrar receitas. Por isso é que, depois de garantida a sua presença por muitos e bons anos ao leme do clube, há que escolher maior competência nas áreas de gestão desportiva. Seja como for, que não haja ilusões: quem vier não pode fazer nada, absolutamente nada, à revelia dos homens que verdadeiramente mandam no clube. O Bettencourt assumiu o odioso da questão: e por isso, em vez de ser punido por nós, será recompensado por eles.
30 Set
No pasa nada
«O que ficou deliberado é que José Eduardo Bettencourt ganhará 300 mil euros brutos por ano», afirmou Rogério Alves, após o fim da Assembleia-Geral.


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