… espalhado pela capital.
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14 Mai
Lembro-me tão bem disto…
14 Mai
Atravessar a 10-A à procura do Sporting dos meus sonhos
Sento-me, encostado a uma imaginária Porta 10-A. A mesma por onde tantas vezes espreitei, da qual tantas vezes vi sair os craques que queria imitar, aquela por onde, com o coração demasiado acelerado, entrei para equipar-me, antes de prestar provas num demasiado lotado treino de captação. 10-A, uma espécie de equação que acompanhou o enraizar dos meus sonhos verde e brancos.
Nesses sonhos, que ainda hoje são válidos, desde cedo imaginei um Sporting conquistador, capaz de bater o pé a qualquer adversário e capaz de conquistar o mundo com uma equipa formada a partir das escolas leoninas. Talvez fosse a minha vontade de jogar de Leão ao peito, talvez fosse a noção de que esse lado formador está-nos no sangue. Quando Figo se juntou a Balakov, acreditei que isso era possível. Havia craques, havia putos formados em Alvalade, havia gente experiente. Era uma equipa de sonho, que se desfez conquistado, apenas, uma Taça de Portugal. Lá por fora, outro exemplo de aposta na formação, o Ajax, vencia a Liga dos Campeões com os putos Kluivert, Davids, Seedorf, Kanu, Overmars, com o incontornável Rijkaard, com um amigo do nosso Amunike chamado Finidi e com um craque finlandês chamado Litmanen. E o meu sonho alimentava-se desse momento.
Veio o inesquecível título, na viragem do milénio, a que se seguiu nova conquista do campeonato, dois anos volvidos. Em três anos, passaram por Alvalade craques para todos os gostos. Apareceram Quaresma e Hugo Viana. Mas não se aproveitou aquele que podia (e devia) ter sido o momento, incluindo o aparecimento de Cristiano Ronaldo. Mais dois anos de espera, e eis que se reúnem João Moutinho, Hugo Viana, Custódio, Carlos Martins, amparados por jogadores como Pedro Barbosa e Rui Jorge, potenciados pela presença de Liedson ou da versão original de Rochemback. O sonho estava ali, à distância de dois jogos. Perdeu-se tudo. Menos o sonho.
Aos putos juntaram-se outros putos. Nani, Miguel Garcia, André Marques, Pereirinha, Djaló e até um tal de David Caiado. Rui Patrício, claro. Estivemos novamente perto, muito perto, de celebrar a aposta na formação, algo que foi impedido fora de campo. Esta era, igualmente, a altura em que os putos já só contavam com dois ou três colegas mais experientes para os ajudarem a levar a equipa às costas. Apertava-se o cinto e o pouco dinheiro disponível era gasto em Ronnys e Farneruds. Tornou-se moda, infelizmente, com os sintomas a mostrarem-se inapelavelmente agravados com a contratação de Pongolle e a oferta, em bandeja, de Moutinho ao fcp.
Com o Leão ligado às máquinas, avançou-se para eleições e, no seguimento das mesmas, inverteu-se o rumo. Voltaram as contratações milionárias, mesmo que o dinheiro prometido para as mesmas mais não fosse que o agigantar do nosso passivo. Patrício, Carriço, André Santos e Pereirinha representavam o Made in Sporting por entre uma legião de estrangeiros da qual se terão aproveitado três ou quatro. O sonho torna-se pesadelo e, em desespero de causa, deita-se mão… à formação. Primeiro André Martins, depois os regressados Adrien e Cédric, seguindo-se Ilori, Eric Dier, Bruma, Zezinho, com Esgaio, Betinho, Fokobo e João Mário prontos para qualquer eventualidade.
É com eles que temos que contar, num dos momentos mais complicados da nossa história. Mas, também, num dos mais importantes. Talvez tivesse que ser assim, desta forma dorida. Talvez se tivesse que pintar a negro, algumas páginas de uma magnífica história. A grande questão que se coloca é saber se nós, Sportinguistas, estaremos preparados para o que aí vem?
Se estaremos preparados para provar que a ideia de “seguir o modelo do Dortmund”, é algo mais do que um devaneio quixoteano. Se estaremos preparados para repudiar, de uma vez por todas, o encher de bolsos a comissionistas de serviço. Se estaremos preparados para tectos salariais aos quais, ao que parece, até filhos da casa com meia dúzia de jogos na equipa principal torcem o nariz. Se estaremos preparados para cerrar os dentes, sabendo que continuamos a lutar por um Sporting que quase nos conseguiram roubar. E que voltaram a tentar roubar, poucos dias após as eleições, numas negociações que estiveram quase a tornar-se numa conferência de imprensa histórica. Se estaremos preparados para aceitar que a travessia do deserto ainda poderá levar mais dois, três, quatro anos. Se estaremos preparados para dar tempo aos nossos putos e às suas dores de crescimento. Se estaremos preparados para mostrar que, efectivamente, ser do Sporting vai muito além da conquista de títulos.
Levanto-me e ajeito a camisola que nunca dispo, verde e branca, com um Leão sobre o coração. Volto a olhar para a 10-A imaginária, onde cabem os meus sonhos, que parecem tão distantes, e tremendos desafios. Está aberta e, ao espreitar, vejo um longo corredor mal iluminado. O coração volta a bater demasiado depressa, como há vinte anos. Mas, no meu pensamento, paira uma única certeza: «Se estava disposto a começar do zero, para não te entregar, mais disposto estou a lutar a teu lado, meu Sporting!»
19 Abr
Das memórias mais fixes (take 2)
Dos maiores banhos de bola, dados do outro lado da segunda circular. Três foram poucos, muito poucos.
17 Abr
Brincar ao jornalismo
Houve muita virgem (só de signo, claro) a mostrar-se ofendida com as palavras de Bruno de Carvalho proferidas há, precisamente, uma semana. Passados oito dias, eu mantenho a minha opinião: o conteúdo fez todo o sentido, a embalagem em que foi apresentado é que podia ter sido mais bem escolhida. Ou, se preferirem, ao invés de ter desejado ser capaz de fazer o milagre de fazer com que todos os jornalistas fossem inteligentes, devia ter desejado, isso sim, que todos os jornalistas fossem profissionais e eticamente correctos.
E bastaria olhar para a capa de hoje, do Record, para perceber o quão patético se torna aquela espécie de “movimento de indignação” que levou vários jornalistas reconhecidos a condenarem a postura do presidente do Sporting. Temos uma capa feita a partir de uma foto, que tanto pode ter sido captada por um repórter do jornal em causa, como pode ter sido comprada a algum paparazzo de meia tigela, de smartphone em punho. Nessa capa, é-nos vendido que o Record testemunhou o encontro e, imagine-se, até sabe o que esteve em cima da mesa. Lá dentro, a manchete transforma-se em três quartos de página mal amanhados, num exercício que qualquer adepto poderia fazer. “O nosso jornal sabe”, dizem eles, mas a verdade é que o jornal deles não sabe a ponta de um corno. Limita-se a atirar ideias soltas, num artigo que torna o tema de capa num autêntico vazio e que nos conduz a uma simples conclusão: não é notícia. E o pobre do leitor que compra o jornal bem devia reclamar o seu dinheiro.
Isto, meus amigos, não é jornalismo. Temos o quem, o quando e o onde, mas o “o quê?”, o como e o porquê? são tão verídicos quanto o exercício que eu me diverti a fazer, em julho de 2012, quando escrevi que o Sporting tinha recusado 12 milhões pelo Rui Patrício, oferecidos pelo Galatasaray. Qual não foi o meu espanto, quando vi vários jornais a transformarem esse gozo… em notícia! É assim que, infelizmente, se alimenta e vive o nosso jornalismo desportivo: de nadas; de notícias onde nem existe o trabalho de confirmar a fonte; de capas que, várias vezes, conduzem a uma merda de uma caixa num qualquer rodapé. Mas, claro, “o nosso jornal sabe” e “o nosso jornal conseguiu apurar”. Tal como conseguiram apurar, há 13 anos, numa altura em que o Sporting se posicionava para conseguir atingir um título que lhe fugia há quase duas décadas, que o Parma (ou o Inter, não tenho a certeza) oferecia um ordenado milionário ao Duscher. Era capa, enorme, na Bola, num dia em que o Sporting jogava.
Sim, já lá vai o tempo em que eu lutava contra o vento, na praia, para conseguir virar as páginas de uma Bola de dimensões xxl. Agora vou à net, ou passo no quiosque, olho para as capas, e sorrio. Um sorriso azedo, de quem olha para o constante desacreditar de uma profissão que deveria prestar um serviço ao povo. E isso, caros donos de grupos de comunicação, caros directores, caros editores, não é culpa do(s) presidente(s) do Sporting.
16 Abr
Das memórias mais fixes
O empate, 0-0, tinha sabido a muito pouco, mas passados poucos dias havia Taça. Grande invasão à Luz, uma boa exibição e uma vitória sem espinhas.
25 Mar
Identidade
Diz que quem quiser tentar ter este símbolo de volta, deve clicar aqui e assinar a petição.
23 Mar
Gira-discos (porque o estado de alma leonino também se canta)
Parece-me o vídeo perfeito, ainda por cima criado por dois portugueses. É hora de dizer basta. É hora de acabar com este Sporting empresa. Quero de volta o meu Sporting Clube de Portugal! Quero voltar a acreditar! E a rugir, a plenos pulmões, SPOOOOOOOOOOOOOOOORTING!!!
1 Fev
Com quantos ovos se faz a omelete da estabilidade?
Quando: 31 de janeiro, um dos dias mais vergonhosos e patéticos da história do Sporting
Arma: ovos.
Alvo: vice-presidente da mesa da assembleia geral do Sporting.
Snipers de pacotilha: os dos mustafados comunicados.
Motivo: manter a estabilidade* no Sporting.
*Estabilidade
Qualidade de estável; Firmeza, solidez; Permanência; Equilíbrio; (nova entrada, em 2012) forma de encher os tímpanos a sócios e adeptos, na tentativa de manter um poder nefasto e bafiento
Tudo começou há quase dois anos, numa noite que se arrastou madrugada dentro e se cravou na história do Sporting como um dos momentos mais negros da mesma. Era noite de eleições, as mesmas que, ainda hoje, permanecem envoltas em dúvidas. O recém-eleito Godinho Lopes pedia aos sócios e adeptos que colocassem de lado as divergências e que o deixassem cumprir um projecto que traria o Sporting vencedor de volta.
A turba acalmou-se, aplaudiu contratações, comprou camisolas e cachecóis, encheu Alvalade num jogo de apresentação onde nem faltou um pobre Leão branco metido numa jaula. A época começou mal, mas ninguém arredou pé. Uma onda de vitórias fez-nos acreditar que era possível conquistar algo. Puro engano. Na procura da estabilidade, que começava a ser manchado com episódios patéticos como o das paredes dos túneis ou a rábula da visita ao estádio dos orcs, Domingos é demitido. E Carlos Barbosa demite-se.
«Calma», pede Godinho, que anuncia Sá Pinto como o homem certo no lugar certo. A turba volta a responder positivamente e, mesmo que com dúvidas, aceita acreditar num nome que lhe falava ao coração. Canta-se bem alto o nome Sporting, numa madrugada passada no aeroporto, mas o grito final fica atravessado na garganta, em pleno Jamor. Pelo meio, Paulo Pereira Cristóvão, arrasta o nome do Sporting para uma lama com a qual temos tentado evitar sapicar-nos. Demite-se, não se demite, é demitido. Mas aqui, meus amigos, não se colocava em causa a estabilidade.
Nova época, novas promessas, zero futebol. O passar de de um sono agitado para um pesadelo. À saída de jogadores com carisma, junta-se uma série de exibições e resultados vergonhosos. Sá Pinto, o tal que tinha sido apresentado como o homem certo no lugar certo, é demitido. Atira-se Oceano para a fogueira, sem que se perceba se é ele que fica até final, se está ali de forma provisória (isso logo se veria, importava era a estabilidade). Passados quinze dias, de olhos esbugalhados, Godinho rouba a vassoura a Duque e dá-lhe tamanha varridela que Freitas vai por arrasto. Tal como o projecto que recuperaria o Sporting vencedor. «Meus amigos, sócios e adeptos, ao fim de um ano e meio de trabalho percebi como é que isto funciona. Basto eu, uma espécie de especialista e um treinador. Ninguém nos pára!», anunciou Godinho, enquanto os jogadores perguntavam a Oceano: mister, o mister é o mister ou vem outro mister?
Veio, pois que veio, um gajo que eu tinha na minha caderneta de cromos do México 86. Ex-jogador com pinta, Franky Vercauteren foi apresentado como um treinador vencedor e ideias condizentes com a do presidente. Era o homem certo para estabilizar o Sporting, apostando na formação. Desculpe?!? Sim, apostar na formação. É esse o caminho. É esse o projecto. Mas, calma, estava tudo planeado. Afundámos as contas do clube para deixar os miúdos crescerem, cheios de estabilidade, na equipa B. Agora que estão prontos, podemos despachar, a qualquer custo, estes gajos que custaram e recebem balúrdios, pois já se acabou o dinheiro para pagar estes ordenados. Mas, por favor, acreditem em mim e no meu trabalho. Só precisamos de estabilidade ade ade ade ade ade ade (o eco ouvia-se pela boca dos notáveis do costume).
Entretanto, enquanto Franky esperava pela chegada do adjunto, Godinho trazia Jesualdo Ferreira. Estabilidade. «Eu sou o treinador dos treinadores», disse o professor, que depressa viu que o aluno belga era caso perdido e, com a concordância do reitor, tratou de mandá-lo para casa, suspenso ad eternum. E sem telemóvel. «Estejam descansados que agora é que é», disse Godinho para, imagine-se, os muitos que ainda o queriam escutar ou, mais estranho ainda, para os que acreditavam que a culpa do Sporting estar a lutar para não descer era dos que assobiavam a direcção e questionavam o trabalho feito. Dos que não davam estabilidade, no fundo.
E, em busca dessa estabilidade, Jesualdo Ferreira deu uma conferência de imprensa que acendeu, ainda mais, os ânimos. A claque amiga fazia greve. A marcação de uma AGE, para dar voz aos sócios, estava em marcha. «Voz aos sócios?!? Para quê? Isso não traz estabilidade!», exclamou Godinho (ade ade ade ade ade ade, o eco ouvia-se pela boca dos notáveis do costume). Abre a janela de transferências e a estabilidade transforma-se em leilão. Em trocas e baldrocas. Em ameaças de impugnação, em anúncios de providências, em comunicados de uma claque transformada em guarda pretoriana. Jesualdo volta a ser voz de quem o contratou, reforçando que os jogadores precisam de paz para trabalhar. Mas qual paz, foda-se?!?, apetece perguntar, enquanto os exemplos de incompetência se vão acumulando.
Anuncia-se Niculae. De uma assentada, alegra-se o cada vez mais ferido coração dos adeptos e dá-se, finalmente, um parceiro a Wolfswinkel. Medida do cacete. «Presidente, isto vai dar merda», alguém alerta Godinho. «Oh, anuncia lá o gajo no site. Olha lá, já limparam a foto do russo com a camisola do porto, não já?». O gajo, Marius Niculaeu, é anunciado. Mas não vem, porque ninguém sabe se pode jogar. «Musta, manda lá uns quantos gajos aterrorizarem o cabrão do Sampaio e quem mais por lá estiver, que eu vou ligar ao gajo que eu tenho como exemplo, para ver se desenrasco esta «estória» do avançado. Duvido que o meu amigo me deixe na mão. Olha, olha, e leva uns ovos. Vamos mostrar a estes gajos, como é que se cozinha a omolete da estabilidade!»
25 Jan
Rebajas!!!
É este o resultado de promessas eleitorais como:
«Se gostava de ter jogadores europeus? Claro, mas exceto os jogadores de grande qualidade que estejam em fim de carreira, que é possível, é difícil ir buscar um jogador europeu que já esteja a jogar cá porque são preços elevados. Consegue-se com fundos e empresários? Claro, outros como nós conseguem, mas temos de ver a relação custo-benefício. O Adebayor, por exemplo, por 14 milhões de euros, que é sua a cláusula, é um bom nome para o Sporting, claro… E o Sporting conseguia dar? Tem as condições de qualquer clube europeu para ir buscar parte dos passes dos jogadores. Precisa de ter credibilidade, um técnico e um diretor bons e com prestígio»
ou como
«O projeto é para ganhar, não quero ficar dependente da venda dos jogadores. Há vendas em função do projeto e não em função das necessidades – e esta é a grande diferença. Vender a qualquer preço só para permitir que se paguem salários não. Jamais venderia um jogador para um rival»
ou como
«A independência passa por isso, tenho de ganhar. Se baterem uma cláusula de 30 milhões é outra coisa, vender um jogador para depois aguentar uma época desportiva ou algo do género acabou. A grande mudança é essa – eu, Luís Duque e Carlos Freitas viemos aqui para ganhar, não para vender os jogadores e equilibrar o passivo»
Se quiserem continuar até vomitarem, basta clicarem aqui.
Eu, se não se importam, vou limpar a boca e, com toda a certeza, deixar chorar a alma. Acabaram de tirar-me um pouco da que restava como, infelizmente, eu já temia no final do post «Essa coisa, ultrapassada, do amor e das referências».
22 Nov
Se não se importarem…
… eu vou buscar a minha filha. Já abdiquei de demasiado tempo de qualidade que ela me proporciona, para estar a ver este bando de bandalhos a enxovalharem o nome do meu clube.
Ah, só duas notas. Se alguém tiver o número do Polga, peçam-lhe para voltar. Se se agendar uma recepção à altura do que temos estado a ver, seja no aeroporto, seja onde for, avisem-me. Terei todo o gosto em cantar “só eu sei, porque não fico em casa”.
p.s. – peço-vos que não respondam aos sacos de merda que, com toda a certeza, aqui vão cair. Estarão a facilitar a limpeza. Obrigado.
18 Out
Quando se fala em criar condições para o sucesso
Quando ouvi Godinho Lopes dizer que, antes de se contratar um treinador, devemos criar as condições necessárias para que, independentemente do nome, possa vir a ter sucesso, não consigo deixar de recuar a 99/00, época em que demos um pontapé nos 18 anos de abstinência. E porquê?, perguntam vocês.
Parece-me, muito sinceramente, que tem faltado uma peça. Discreta. Mas fundamental. Tem faltado alguém que faça o trabalho que era feito por Manolo Vidal, alguém que esteja próximo dos jogadores, que partilhe as suas dores e as suas alegrias, que dê a cara por eles e que os defenda. Luís Duque não tem perfil para desempenhar esse papel e, em minha opinião, a única forma em que o vejo a blindar o balneário é atravessando-se na porta.
Para mim, Manuel Fernandes será o nome que mais poderia aproximar-se do que representava Manolo Vidal. Com a vantagem de estarmos a apostar num grande Sportinguista, capaz de falar a mesma linguagem dos jogadores, e de, uma vez por todas, ficarmos a perceber o que é que um dos nossos maiores símbolos vivos faz ao certo no nosso clube.
14 Mai
A Liga inglesa merece(u) um final assim
Curiosamente, fez hoje 12 anos que recuperámos um título que nos escapava há dezoito. Está na hora de voltarmos a ganhar e a pintar Portugal de verde e branco, foda-se!










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