A imagem, publicada pelo Sporting Apoio, e que até podia ser complementada com o auxílio prestado aquando da lesão de Vítor Hugo, contrasta, infelizmente, com o que se seguiu, revelado nas palavras de Miguel Albuquerque.
17 Jun
A imagem, publicada pelo Sporting Apoio, e que até podia ser complementada com o auxílio prestado aquando da lesão de Vítor Hugo, contrasta, infelizmente, com o que se seguiu, revelado nas palavras de Miguel Albuquerque.
17 Jun
«Ligação a Pini Zahavi foi um erro», in A Bola; «É aqui que eu quero continuar. Quero crescer muito mais no Sporting, com o apoio dos adeptos e o carinho que sei que eles têm por mim e que eu também tenho por eles, pelos sócios e por toda a gente que gosta do clube [...] O meu empresário de sempre é o Cátio Baldé. O Pini Zahavi apareceu agora, mas para mim isso não conta nada [...] As coisas que aparecem nos jornais, a dizer que pedi isto e aquilo, não são verdade», in Record.
16 Jun
Está dado o mote para os falsos moralistas saírem da toca. Que devíamos ter estado calados, que não devíamos ter dito que acreditávamos ser possível ganhar a final em três jogos, que parecemos os lampiões, que, que, que… Um chorrilho de pensamentos onde se nota, claramente, uma profunda saudades de conferências de imprensa onde miamos em vez de rugir. Mas o que mais me enerva, é pensar que estes mesmos moralistas estiveram calados ontem, estariam calados hoje, e viriam saudar o discurso se tivéssemos despachado a final em 3-0.
Dar os parabéns aos jogadores por terem colocado o objectivo no nível máximo e, com isso, terem aumentado os seus próprios níveis de ansiedade? Vale lá a pena.
Indignar-se face à forma como os palermas da RTP, com a mão escondida no bolso, vão massajando os seus cinco centímetros de pila enquanto dizem barbaridades como «o Sporting passeou ao longo do campeonato, mas agora é que é a doer. E estão a apanhar um super Benfica!»? Isso nem conta.
Agora, vir falar em bazófia e, imagine-se, questionar a renovação de contrato com um treinador cujo trabalho está à vista… claro que sim!
A quem promove este estranho sportinguismo, o meu profundo «vão bardamerda!»
16 Jun
«Não podemos ter jogadores, sejam eles quais forem, primeiro, que não tenham vontade de estar no Sporting; segundo, que não percebam que o Sporting aposta e investe neles há muitos anos. Os jogadores devem sentir honra, lealdade e tratar o clube com respeito. Todos os que agirem desta forma vão continuar de certeza absoluta», Bruno de Carvalho.
«Não há nenhum jogador do Sporting cuja saída seja inevitável. Sei que há muitos clubes em Portugal, Europa e Mundo que estão com a impressão de que o Sporting tem que fazer alguma venda. Não é verdade, o Sporting irá fazer as vendas que achar que deve fazer. Não vale a pena os clubes virem apresentar propostas irrisórias porque nós no Sporting não iremos vender. Não recusei ainda nenhuma proposta para a transferência de Rui Patrício, mas o Sporting não vai vender a saldo. Se for preciso não sairá ninguém», idem (tirando aqueles que estão com um pé fora e que apenas estão ligados a nós pelos milhões que ganham, certo?)
Se o Barcelona quiser o Patrício, desembolsem 15 milhões, convençam o Bojan a vir, a título definitivo, para o Sporting e emprestem-nos o Deulofeu por dois anos, com os salários a serem pagos via Catalunha. (num mundo perfeito, ela o David Villa quem vinha).
Afonso Alves no Sporting? Se tivesse a certeza que era possível voltar a meter óleo naquela que já foi uma máquina de fazer golos… Já que falamos de avançados, aquele Nenê, que passou e se fartou de marcar, pelo Nacional, não poderia ser o avançado experiente que precisamos (até marca livres)?
Não é chinês, mas é japonês. No mundo dos ricos, o Keisure Honda, que termina contrato em Dezembro com o CSKA, seria o nosso Tsubasa. E nós venderíamos milhões de camisolas e as transmissões dos jogos para o país do sushi.
O filho do Jesualdo, DJ Eddie Ferrer, lançou um disco. Diz que a comissão da ida do Joãozinho para Braga deu uma valente ajuda. (ai isto não era para dizer? Peço desculpa…)
Paciência para o filho do Domingos, que não vai ao mundial. Avança um Cavaleiro encarnado, porque o importante é o Betinho, rei dos goleadores nas camadas jovens, continuar de fora (diz que quiseram levar o Nélson Oliveira, mas o tamanho das orelhas denunciou-lhe a idade)
«Gostaria muito de jogar no Sporting. O clube é a minha cara, é uma ambição jogar no Sporting [...] Aposta nos jovens, valoriza-os, tem um futebol atrativo que se adequa às minhas características e é um clube com muito para crescer. Faz-me lembrar um pouco o futebol que se joga em Inglaterra», Bebé. Eu também não me importava de ver-te em Alvalade.
Espero que o relator e os comentadores de serviço da RTP, levem um pacote de toalhitas para o segundo jogo da final de futsal, não vá o Benfica marcar um golo e eles voltarem a sair do pavilhão com uma marca de ejaculação precoce nas calças.
15 Jun
«Fomos melhores do que o Benfica durante toda a época e não faz sentido pensarmos nesta final doutra forma. Com todo o respeito que a equipa do Benfica merece, seria um hipócrita se não dissesse que somos favoritos, principalmente depois de todo o percurso que realizámos. Se praticamos um melhor futsal, se jogamos melhor do que o Benfica, se ficámos à frente deles na fase regular, se já lhes ganhámos nas duas vezes que jogámos contra eles, não faz sentido não assumir a nossa superioridade. Não estou a ser arrogante, estou sim a ser confiante», Nuno Dias, treinador de futsal do Sporting.
Acho este discurso óptimo. É verdade que é capaz de soar a estranho, tal a falta de rugidos que nos habituámos a ouvir, mas faz todo o sentido. Que os lampiões digam que é arrogância, até se percebe, dada a falta de espelhos que têm no pré-fabricado. Que a imprensa só atribua favoritismo ao Sporting através das palavras dos seus jogadores e treinadores, também se entende, pois o discurso vitorioso está encomendado para outras cores. Agora, o que mais me irrita são os Sportinguistas moralistas. Aqueles que dizem que não devíamos mostrar-nos tão confiantes, pois parecemos o adversário. Aqueles que dizem que não devíamos mostrar-nos tão confiantes, porque depois se perdermos é uma chatice.
Deixem-se de merdas, sff. Isto é um discurso coerente. Lúcido. Lógico. Confiante. E é isso que eu espero ver, mais daqui a pouco: confiança, muita confiança, e ainda mais vontade de ganhar o jogo, nem que para isso a sola dos ténis tenha que ficar agarrada ao piso do pavilhão!
15 Jun
«Ninguém nos disse que não querem ficar com ele. Jeffren está contente no Sporting. Quer mostrar valor e cumprir contrato», Brian Pugach, in Record.
14 Jun
«Não quero falar sobre isso agora. Só quero jogar à bola e ajudar a Selecção, é isso que importa neste momento. Esse assunto está a ser tratado com o meu empresário e espero que se resolva o mais rápido possível [...] Sinto-me bem e quero continuar a jogar no Sporting», Bruma.
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