O Bloco de Notas do Gabriel Alves – 4ª jornada

É um estádio bonito, novo… arejado
Sporting – Paços de Ferreira
13 Setembro 2009, 20h15, Estádio José Alvalade

Uma humidade relativa, muito superior a 100%
Mesmo tendo em conta que o tempo ainda está uma maravilha, continuo sem entender porque razão temos que jogar à noite? Irrita-me, pronto.

A selecção do Mali tem um futebol com perfume selvagem e com um odor realmente fresco…
O Paços ainda não perdeu, mas também ainda não ganhou (esteve quase, quase a ganhar ao Porto, mas assinalaram fora de jogo quando o avançado já tinha fintado o guarda redes azul, na última jogada do encontro). No fundo, é uma equipa de empatas, apesar do seu treinador não ser daqueles que gosta de ferrolhos e poder mesmo surgir em Alvalade com três avançados (Carlitos, Cristiano e William).

Este homem é um Mister
Sou gajo para arriscar dizer que o Paulo Sérgio, homem que teve tomates para aceitar bonés manhosos em conferências de imprensa, pode vir a ser um dos bons treinadores do futebol português. É novo, gosta de jogar ao ataque, tem um discurso minimamente coerente. Hoje, disse, quer irritar o Sporting.

Ele é excelente nestes lances porque a bola está morta e passa a estar viva
Cristiano. Confesso que não entendo como é que o Cristiano nunca saiu do Paços. Tecnicamente, é dos jogadores mais evoluídos da Liga portuguesa.

 A vantagem de ter duas pernas!
O jogador mais baixo da defesa do Paços tem 1,86, e é o defesa direito. Se fizermos centros a partir do meio campo vai ser um problema, mas se jogarmos bola pelo chão vai ser um problema para a dupla maravilha de centrais, Ozeia e Danielson, duas torres de 1,90 com algumas dificuldades em olhar para baixo.
Não posso deixar de falar em Paulo Sousa, um clássico do Paços que, aos 34 anos, ostenta uma bonitas nuances louras no cabelo, e em Mário Rondon, um puto que veio da Venezuela e que tem uma das carantonhas mais fixes para aparecer numa foto tipo passe, naqueles guias de início de época.

E agora entram as danças sevilhanas da Catalunha
Paulo, certo dia, o nosso presidente disse que os adeptos do Sporting deviam olhar para o Porto e não para o Benfica como principal adversário. Assim sendo, espero que tenhas prestado atenção ao jogo de ontem e aprendido algo que nós, aqui no Cacifo, já estamos fartos de dizer: os jogos começam aos 0′ minutos e não aos 46′, ou seja, e até porque ontem já falaste sobre a necessidade de gerir a condição física dos jogadores, trata de dizer aos 11 que entram em campo para encostarem o adversário às cordas desde cedo e, se possível, definir o jogo na primeira parte. Faz mais sentido do que irritar os adeptos e depois andar 45 minutos a fazer o dobro do esforço, não faz?

Ah, já agora. Temos dois jogos seguidos em casa. Queres melhor forma de ganhar confiança para a visita ao Dragão? Seis pontos obrigatórios, Paulo. Seis pontos obrigatórios. 

Vamos jogar no Totobola
Sporting – Paços de Ferreira    1

Cantinho Zandinga
Sporting – Paços de Ferreira     4-0 (Tonel 6′, Liedson 13′, Moutinho 40′, Angulo 62”)

3 thoughts on “O Bloco de Notas do Gabriel Alves – 4ª jornada

  1. Pingback: O que dissemos dele enquanto se viam as sobrancelhas « O Cacifo do Paulinho

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