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Godinho é Jesus. Cristo. O Jesus Cristo do Sporting. É esse o papel que ele assume numa capa que, aposto, veio daquela mente doente. Tão doente que até utiliza uma cena da Páscoa para celebrar o Natal. Celebrar. O Natal. E tanto que temos para celebrar. Tanto, que eu nem sei por onde começar. Ah, sim, o ecletismo. Dá sempre jeito em determinadas alturas, não é?
E que jeito daria que esta fosse a última ceia de Godinho enquanto presidente do Sporting e que, com ele, desaparecesse esta forma de estar e de pensar que envergonha e que magoa o meu clube. Sem direito a ressuscitações ressurreições!
p.s. – Chamaram-me, agora, atenção para um pormenor: a fruta. Só fruta. Terá sido a primeira indicação do Jesualdo, rumo às vitórias?
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