Verdes anos: Travassos, o Zé da Europa

A 13 de Agosto de 1955, Travassos tornava-se no primeiro português a vestir a camisola da selecção da Europa.

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10 thoughts on “Verdes anos: Travassos, o Zé da Europa

  1. Grande entre os Grandes…
    e no video tambem outro grande Leao… Artur Agostinho…e as multidoes na altura?? que prazer tornar a ver o velhinho peao, onde me estreei, com o meu pai (descansa em paz), nesta doenca fantastica, chamada sportinguismo…
    grandes, grandes, grandes, ainda que toda a maquina de propaganda, queira passar outra ideia, se nao fosse o nosso SCP, Portugal andava em todas as modalidades a competir com bangladesh“`s e burkina faso`s, sem desprimor para estes paises…

  2. O meu pai viu jogar este senhor, eu já não tive essa sorte.
    Lembro-me do velhote a dizer-me que a mulher do Travassos tinha uma notável preparação física, porque quando o marido arrancava com a bola para a frente, ela acompanhava a correria na primeira bancada a gritar “Vai Zé, Vai Zé, Vai Zé, Vai Zé”.

    Será que foi o melhor de sempre a vestir a camisola de um clube português?

  3. No Sporting sempre houve grandes atletas! Como Travassos contam-se pelos dedos das duas mãos. Atletas assim ocupam um canto da alma, por eles o coração bate mais depressa, mobilizam o sonho e a vontade. Quando os recordamos, reconhecemos a nossa origem. São nossos, porque integram o nosso património comum, a nossa identidade, o nosso querer. Escreveram inúmeras páginas de heroicidade, ultrapassaram o que é exigido a um comum mortal. Pessoas como Travassos fazem a Glória do nosso Clube. Também por pessoas assim caminhamos para Alvalade com um olhar de orgulho e de ambição !

  4. Quando era míudo estava na aldeia dos meus avós a ver os velhos jogar às cartas e aproxima-se um senhor que logo gerou um alvoroço tremendo entre todos. Dei-lhe um aperto de mão e perguntei ao meu avô quem era: era o Sr. José Travassos, o Zé da Europa.

    Inesquecível.

  5. Mais um Stradivarius, brutal palmarés enquanto atleta do nosso clube !
    Mais uma vez digo, que a partilha destes pedaços enormes de história do nosso clube é fulcral para que os mais novos e alguns mais velhos mas desconhecedores destes personagens e feitos, assimilem a grandeza do S.C.P e a contem a terceiros, somos demasiado GRANDES !
    No video é referido que o GRANDE Carlos Gomes também se despediu naquele mesmo jogo, desconhecia tal facto. Qualquer das formas é de salientar também esse promenor pois o Homem foi segundo os mais velhos a par do Damas um dos melhores guarda-redes do nosso clube, e foi como cidadão mais um contra o regime salazarista.

  6. Cresci a ouvir histórias do “Zé da Europa” e foi esse imaginário que tanto contribuiu para o meu Sportinguismo, essa maravilhosa doença como disse o Cacifeiro Fernando “Chirola” Silva.

    Isto é óptimo para os mais novos tomarem conta da nossa história e da nossa grandeza.

  7. As gerações mais novas, talvez até a minha inclusive, não tem bem noção da importância que era em 1955 ir à seleção da Europa. Ir lá só estava ao alcance de muito poucos predestinados.

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