Há duas hipóteses: reunião de quem fica, numa esplanada ou num restaurante (depende se o jogo é à tarde ou à noite); invasão ao dragão, com possível combinação de boleias.
Assim sendo, separo na caixa de comentários e vocês comentam no local apropriado.
Adeptos
Leões à mesa
Não posso deixar de apoiar a iniciativa que está em curso, de juntar vários Leões à mesma mesa na noite da visita ao dragão.
O Diogo Bernardo já tem alguns espaços pré-seleccionados, na zona de Lisboa, e a caixa de comentários servirá, precisamente, para ele ter uma ideia de quantos Sportinguistas estão disponíveis para a noite de dia 27.
Eu vou. E tu?
E enchermos Alvalade?
É verdade que não percebe porque raio voltamos a jogar às 20h15, num dia que até é feriado e onde não há outros jogos, por exemplo, às 18h.
Mas, por outro lado, o tempo vai melhorar. E esta equipa merece que, sábado, o vulcão de Alvalade volte a cuspir lava!
Os bilhetes para o Sporting-Vitória de Setúbal, jogo da sétima jornada da I Liga, estão à venda a partir desta terça-feira. Os ingressos estarão disponíveis na Loja Verde do Multidesportivo (das 10h00 às 21h00), em http://www.sporting.pt/bilhetes e nas bilheteiras (das 12h30 às 19h30).
Bancada A
Central: 22 euros para sócios e 32 euros para adeptos.
Lateral: 17 euros para sócios e 27 euros para adeptos.
Superior: 12 euros para sócios e 22 euros para adeptos.
Jovem/Sénior/BIM: 7 euros para sócio.
Bancada B
Central: 17 euros para sócios e 22 euros para adeptos
Lateral: 12 euros para sócios e 17 euros para adeptos.
Superior: 7 euros para sócios e 12 euros para adeptos
Tal como aconteceu diante do Rio Ave, é disponibilizado o «Bilhete Anticrise», ao preço único de 5 euros, para os sócios com quotas em dia (com possibilidade de trazer um acompanhante não sócio, por 17 euros).
Estará ainda disponível o «Bilhete Família», para três pessoas (preço de 21 euros, sendo obrigatório haver um sócio com quotas em dia + adulto + sub-11), quatro pessoas, por 25 euros (obrigatório um sócio com quotas em dia + adulto + sub-17 + sub-11). Existe a possibilidade de adquirir bilhetes adicionais, até ao limite de seis membros por família (adulto 10 euros e sub-17 5 euros).
Uma ideia
E irmos todos votar, com a verde e branca vestida?
Contra os cabrões, marchar, marchar!
Pese o preço pornográfico dos bilhetes (basta pensar que, no derby, o bilhete mais caro eram 55 euros), o Sporting terá forte apoio em braga. Aos mais de 1500 bilhetes enviados para Alvalade, e que esgotaram, juntam-se muitos outros comprados por Sportinguistas residentes no norte do país, sendo garantido que, no mínimo, estarão dois mil leões a rugir bem alto, amanhã à noite!
O cão e o Leão
Há quem diga que o futebol vive de emoções. Há quem defenda que vive de números. Há quem considere que o importante é o momento. Há quem se socorra da história. No fundo, o futebol é a soma de cada um de nós e temos que aprender a conviver com a opinião e estado de espírito alheios. Mas nesta convivência, há algo que nos une para lá do gostar de futebol: o gosto, a paixão, o amor por um mesmo clube. Por um mesmo ideal. Por um mesmo símbolo.
Ora o que que aconteceu ao Sporting, num passado recente, foi, precisamente, o colocar em causa deste clube, deste símbolo, desta paixão, deste amor. Não sei se o caminho seria mesmo o recomeçar. Mas sei que tudo foi posto em causa: a história, o ideal, o símbolo, a grandeza, a personalidade. O ser Sporting foi colocado em cheque. Aquele era, cada vez menos, o clube que há mais de um século tem vindo a juntar gerações. Aquele tinha passado a ser o clube onde tudo podia ser justificado com o facto da bola bater na barra e sair ou bater na barra e entrar. Estávamos na mão dos gestores, fãs do www.casinoonline.pt/slots, onde se empenhava todo e qualquer bem para poder apostar sem rumo (mas com muito norte).
Perante uma situação limite, valeu-nos o amor pelo Sporting. Foi esse amor que conduziu a um «basta», rugido de forma clara. Passaram seis meses sobre essa «revoleão» e, hoje, o nome Sporting voltou a ser respeitado. Claro que as vitórias ajudam, claro que os golos fazem sorrir, mas o que se destaca neste regresso é a mensagem clara de que existe um rumo. De que existem pessoas a trabalhar todas num mesmo sentido. De que os adeptos percebem esse trabalho e se juntam à enorme tarefa de recuperar a identidade perdida. É por isso que se fala em onda verde. É por isso que se fala em alma leonina. É por isso que adversários flatulentos se mostram incomodados e adeptos do maior rival até já falam numa aproximação (onde é que eu já ouvi isto?). É por isso que, na ausência de motivos de facto, alguns jornais seleccionados promovem a guerrilha na tentativa de minar o trabalho visível a todos.
Mas esse mesmo trabalho está longe de estar feito. A nossa identidade foi tão espezinhada que há quem continue a duvidar. Afinal, e agora que a questão deixou de resumir-se ao bater na barra (o Sporting tem, à quinta jornada, mais de um terço dos golos da época passada, tem o melhor ataque da prova, o melhor marcador e a melhor defesa), há adeptos que resolveram passar a questionar toda e qualquer acção da direcção. Sentam-se algures num camarote leonino e numa bancada nascente e já não querem saber se a bola entra ou se a bola sai. Aliás, a bola passou a ser secundária. E, quase aposto, devem ter sido esses adeptos que, há menos de uma semana, me incomodaram, profundamente, com os assobios à equipa. Abomino hipocrisias, e que outro termo posso usar para apelidar em diz que devemos apostar na nossa formação e que, ao primeiro jogo menos conseguido, parte para o assobio, mostrando que, afinal, até deseja que a bola entre menos vezes para poder continuar a sua luta (inglória, diria) no sentido de recuperar os tempos de escuridão em que estávamos mergulhados?
Para essa pessoas, de assobio fácil, as mesmas que durante os anos mais recentes o faziam para o lado, gostava de deixar uma nota. Quando pensarem em assobiar, olhem para o símbolo do Sporting. Sim, eu sei que, há poucos meses, esse símbolo podia confundir-se com um cão grande, obediente, ou com um qualquer Leão de circo que se confinava a uma existência de entretenimento num circo de pouca categoria. Olhem bem. Não é um cão; é um Leão! Rampante. E não vão ser umas centenas de assobios que vão voltar a fazê-lo esquecer-se que nasceu para ser rei desta selva.

