Alguém tem licença de porte de arma?

… assim como assim, os adeptos já são detidos em Alvalade por muito menos…

Adepto iraquiano mata jogador adversário que poderia empatar jogo

Um adepto iraquiano matou domingo a tiro um futebolista da equipa adversária, numa altura em que este estava isolado frente ao guarda-redes e tinha a possibilidade de marcar um golo que empataria o desafio.

Muthanna Khalid, responsável da polícia iraquiana, revelou que quando um jogador da equipa amadora de Buhairat estava isolado frente ao guarda-redes, durante um jogo de amadores em Hillah, um adepto da equipa de Sinjar atingiu-o com um tiro na cabeça, quando faltava um minuto para o jogo terminar.

A fonte policial indicou que o espectador foi detido.

Fonte: Lusa, via O Jogo Online.

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A voz

 

Num clube que tem como um dos maiores símbolos do sec.XXI… o roupeiro (eu dava a braçadeira de capitão ao Paulinho, e estou a falar a sério), julgo que faz sentido escalpelizar a competência dos speakers nos dias de jogo.

 

Que raio de merda é aquela, pá?!

 

Pode parecer uma questão se somenos importância, mas no fundo, se queremos ser modernos, temos de prestar importância “à voz do clube”.

Não é à toa que empresas a sério não facilitam na escolha das telefonistas. São a cara, ou a voz , da instituição. Fica sempre uma impressão pela parte de quem ouve, mesmo que seja no subconsciente, portanto, era bom que a impressão não fosse… desastrosa!

 

Eu entendo que actualmente já não faz sentido ter um locutor de rádio a oferecer um almoço no “Madeirense” ao marcador do primeiro golo do Sporting, os descontos nos pneus “Mabor” também já passaram de moda, mas… este novo conceito de animação por vezes faz com que sinta vergonha. Daquela alheia, sempre tão incómoda.

 

No ano passado tínhamos uma louraça, tipo Ágata, a mulher gritava que nem uma vitela desmamada, como se não houvesse amanhã. Um pavor.

Quando o estádio já estava quase calado, mesmo antes de começar o jogo, a artista bramia que nem uma doida pelo Sporting. Eu estou plenamente convencido que por vezes os árbitros faziam um compasso de espera, entre urros, para dar início à partida. Que constrangimento… felizmente silenciaram-na lá mais para o meio da época.

 

Este ano, tudo indica que vai continuar o mesmo cromo que terminou a temporada transacta. E isso também não é bom.

Este jovem tem um problema nas cordas vocais, provavelmente nunca ultrapassado na puberdade.

Sempre que alça da voz para níveis de grande excitação – e isso está sempre a acontecer- dá umas fífias monumentais, é trágico e cómico simultaneamente, tipo Gladstone.

 

Também me faz lembrar o pato de um ventríloquo.

Lá na rua dele, deve ser conhecido pelo “Donaltim de Telheiras”, ou o “Fífias do Campo Grande”, todos o conhecem. 

 

Mas se calhar sou eu que estou a ser muito exigente, ora se o Rui Reininho construiu toda uma carreira musical a desafinar, porque é que o speaker do Sporting não há-de dar umas galgas valentes sem passar impune?