«Pelos vistos, até eu faço coisas boas de vez em quando»

A frase pertence a Valeri Bojinov, depois de ter salvo a vida a um homem que estava com convulsões. bojinov2
A história é contada desta forma pelo Maisfutebol: «[…] O ex-avançado do Sporting passeava com a esposa e a filha no Vitosha Park Complex quando foi surpreendido pelos berros de algumas pessoas. No chão, um homem estremecia em convulsões. Krum Savov, editor do site Livesport, foi testemunha ocular e contou o resto aos jornais búlgaros. «A vítima estava no chão e já não respirava. Os olhos reviravam e de repente vi o Valeri a correr e a virá-lo de lado. O senhor, coitado, estava a sufocar e o Valeri tentou puxar-lhe a língua. Foi mordido mais do que uma vez», contou o jornalista. «Eu estava ao lado e vi o Bojinov quase com o dedo partido. Chegou outra mulher, de uma loja, e ajudou-o a puxar a cabeça da vítima para trás. Só aí eles conseguiram puxar a língua do homem e estabilizá-lo. A pouco e pouco começou a recuperar a consciência». A ambulância chegou só meia-hora depois.

Toma, que é fresquinho!

A Sporting SAD, face à informação que tem sido tornada pública, em diversos órgãos de comunicação social, relacionada com questões contratuais e salariais sobre os seus jogadores, esclarece o seguinte:

– A Sporting SAD tem mantido nas últimas semanas contactos constantes com o representante do jogador Evaldo, Renato Moura, no sentido de encontrar uma solução para o atleta, na defesa dos interesses mútuos.

Estranha-se que o referido representante de Evaldo, nunca nos contactos estabelecidos, se tenha referido a qualquer dívida por parte do Sporting ao atleta, situação que aquele vem agora alegar através da comunicação social. A Sporting SAD rejeita liminarmente qualquer dívida ao jogador Evaldo que, como é do conhecimento público, esteve emprestado na época 2012/13 ao Deportivo da Corunha. A existir qualquer falta de pagamento, esta teria que ser naturalmente comprovada e só poderia ser atribuída ao Deportivo da Corunha e nunca ao Sporting Clube de Portugal.

– A Sporting SAD reitera que, desde que esta Administração tomou posse, não existe, nem existiu, qualquer dívida salarial ao jogador Elias. A dívida existente diz respeito a um contrato de direitos de imagem que esta Administração decidiu rescindir, sustentado no reiterado incumprimento por parte do atleta, sendo firme propósito por parte do Sporting a defesa dos seus legítimos interesses, pelo que irá exigir uma indemnização.

– Relativamente ao jogador Bojinov, a Sporting SAD reitera que o mesmo se encontra com o contrato rescindido, tendo o Sporting cumprido todos os preceitos. É com estupefacção que a Sporting SAD é confrontada com declarações hoje na comunicação social de Genaro Palomba, representante do jogador, quando já mesmo depois da rescisão, a Administração da SAD aceitou reunir com ele a seu pedido, no dia 29 de Agosto de 2013, e onde não manifestaram qualquer contestação à rescisão referida.

– A Sporting SAD salvaguarda o grupo de trabalho, a sua dinâmica, os princípios definidos e defende os seus activos como um todo, nas suas múltiplas interacções, não podendo permitir que estes sejam colocados em causa.

No que respeita a Zakaria Labyad, o que tem estado em causa é o não cumprimento dos deveres com o Clube e que em nada tem a ver com o montante salarial por si auferido. Salienta-se aliás que no grupo de trabalho há jogadores com montantes salariais superiores e que dão o seu normal contributo ao Clube. Trata-se, neste caso, de uma opção de gestão desportiva.

Realça-se que o jogador conhece, porque a Sporting SAD comunicou em 8 de Agosto de 2013, as acções que intentou, nomeadamente a rescisão do contrato de direitos de imagem que mantinha, sendo firme propósito por parte do Sporting a defesa dos seus legítimos interesses, pelo que irá exigir uma indemnização. Assim, como irão ser exigidos o cumprimento de vários aspectos do contrato que a esta data ainda não o estão, situação que lesa fortemente a Sporting SAD.
Pese a consciência que tem do seu comportamento, incorrecto e lesivo dos superiores interesses da Sporting SAD, o jogador tenta passar para a opinião pública uma imagem de desconhecimento e inocência de todo este processo, vitimizando-se, quando na realidade se trata do principal responsável desta situação.

O jogador não irá trabalhar isoladamente como tem sido referido publicamente, mas sim integrado na estrutura do futebol profissional. O Sporting evidencia que procurou sempre soluções que salvaguardassem os seus interesses e do atleta, nomeadamente através de propostas de clubes ingleses e turcos, mas que o jogador, pese embora estas cobrissem na totalidade as condições contratuais auferidas, rejeitou-as sempre, liminarmente.

Uma questão de postura

Podemos questionar muitos pormenores relacionados com Bojinov, mas não posso deixar de aplaudir a postura que sempre manteve de cada vez que o ouvi ou li falar sobre o Sporting.

«Acusado de comportamento grosseiro e alvo de um processo de rescisão unilateral, Valeri Bojinov defende-se e garante que o Sporting não tem motivos para avançar com o despedimento. O búlgaro, de 27 anos, explicou em entrevista reproduzida na página online da “Gong”, no seu país, que não se apresentou na Academia devido a problemas relacionados com a doença de um familiar. “O meu pai teve de ser operado a um tumor na garganta. Nesta situação era-me impossível viajar para Lisboa. Tinha de estar com ele. Tudo isto foi explicado ao Sporting, através do meu empresário e do meu advogado. Enviámos um e-mail para o clube, dirigido ao diretor-desportivo e ao presidente. Entretanto, o Sporting não me telefonou a comunicar quando deveria apresentar-me no clube. Agora, estão à procura de um bode expiatório”, declarou o ponta-de-lança, assegurando que está de consciência tranquila.
“Eles não têm motivo para fazer o que quer que seja, pois está claro por que fiquei na Bulgária. Graças a Deus está tudo bem e o tumor não era maligno. Sinto-me de cara lavada perante o meu pai e perante o clube. Penso que acabaremos por chegar a um entendimento. Não quero cuspir no prato onde como e onde recebo o salário. O Sporting é o dono dos meus direitos e continua a pagar-me […] Toda a gente sabe que o Parma é o clube que me quer e está em contacto com o Sporting. A única coisa que pretendo é encontrar o caminho mais rápido para sair e ir para onde quero. Aparentemente, trata-se de um jogo psicológico. É óbvio que o Sporting não me quer, mas é mau não existir comunicação, que nesta altura seria o mais importante»., in Record.

Um defeso diferente

«Que fique bem claro que nunca quis sair do Sporting, mas como sportinguista tive de o fazer». As palavras de Miguel Lopes soam bem aos meus ouvidos e encaixam, na perfeição, numa conversa que tive esta tarde.
Enquanto adeptos, obviamente que desejamos ver chegar jogadores que nos entusiasmem e que nos façam acreditar em algo. Também enquanto adeptos, pelos menos a maioria, fomos capazes de perceber que o recuperação financeira do Sporting implica uma verdadeira ginástica negocial e uma aposta em jogadores que, à partida, não se perfilam como capazes de fazer vender centenas de camisolas com o seu nome. Mas enquanto nós ansiamos por ver o plantel bem composto, há quem junte a essa tarefa uma outra não menos complicada: pegar numa vassoura, para limpar a herança deixada por uma direcção que usou, ao desbarato, todos os cheques.

A entrada de “Monteros” ou a renovação com “Brumas”, já de si complicadas, tornam-se ainda mais complicada perante um quadro em que, terminados os empréstimos, jogadores como Pranjic, Bojinov e Onyewu, voltam a ter os seus milionários ordenados pagos pelo Sporting. Perante um quadro em que Boulahrouz ou Jeffren representam um impensável peso na folha salarial (Labyad parece-me um caso bem diferente, face ao que acredito que pode render). E, nesse quadro, a venda do inacreditável Gelson, primeiro, e o empréstimo de Miguel Lopes, agora, representam dois momentos de grande importância recordando-nos que o arrumar da casa vai muito além do simples contratar.

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Quem me acompanha há algum tempo, sabe que sou gajo que “gosta de apostar as fichas em cavalos complicados”. Foi assim com Vukcevic, depois com Bojinov. Provavelmente, é este jeito de ver futebol “à moleque” que me trai, mas, creio, ninguém poderá dizer que o búlgaro não tem qualidade depois do que se lhe viu fazer em Lecce, Florença ou Parma. Claro que Bojinov ganha muito, claro que passou uma imagem de pouco afinco na sua profissão, mas também é verdade que, para lá do lance do penalti (não vamos recordar atitude parecida, com outros protagonistas, vamos?), sempre que falou fê-lo de forma a motivar o grupo.
E, mesmo que a culpa seja de ter dormido pouco e me esperarem cinco quilómetros de corrida matinal, gostava de acreditar que alguém lhe dirá «Valeri, tens 27 anos, tens a oportunidade de escolher entre continuares na B italiana ou jogares num nível superior. Vais ter que ganhar menos, mas vais poder reconquistar os melhores adeptos do mundo. Precisamos de um gajo como tu, que parece sempre zangado, mas que, no fundo, apenas quer ser o melhor. E tu já foste um jogador de topo, recordas-te?». “Ia!”, respondia ele. “Quando é que chega o Ghilas para, juntos, partirmos esta merda toda?”

Pensamentos soltos

Durante alguns segundo, acabou de ocupar-me o cérebro o seguinte pensamento: se o Bojinov aceitava baixar o ordenado em 40% (ou coisa do género) para jogar no Catania ou no Pescara, não seríamos nós capazes de renegociar o contrato que tem connosco e tentar dar-lhe utilidade com a nossa camisola?

Às tantas sou quem está enganado e já não precisamos de pensar em avançados, pois Rubio, Wilson e Viola dão conta do recado na ausência de Wolfswinkel…

p.s. – um aplauso para a prontidão com que Jeffren tratou de contrariar as palavras do seu pai.

A Geração Academia e os loucos

Li, no A Norte de Alvalade, uma expressão interessante. «Geração Academia», assim se apelidava a vaga de jogadores que, na sua maioria, colocam esta selecção a jogar. Já para não falar do treinador, que fez o estágio em nossa casa. E a verdade é que, para lá de embirrações pessoais e cenas de falta de respeito para quem lhes deu o pão a comer, a verdade é que a expressão agrada-me. Nem que seja pelo facto de valorizar o trabalho por nós feito, algo que tanto irrita os adversários.

Entretanto, ontem vi uma capa do Jogo com o  Bojinov a dizer que quer lutar pelo lugar. E eu, que se tivesse tempo continuaria a ir ao Rossio trocar cromos para terminar as cadernetas, confesso que acharia muita piada a ver este gajo bombar em Alvalade, com aqueles pontapés de fora da área que me fizeram começar a segui-lo estava ele no Lecce.

Hoje, é o Luís Aguiar que volta a falar. Mas no que toca a loucuras a meio-campo, confesso que nem o uruguaio nem o tal do Gelson são dignos de destaque quando alguém se lembra do nome Sporting para destacar aquele Anderson que nós tão bem conhecemos e que, volta não volta, é «colocado» fora do Manchester.

Palavras que soam bem (e gosto de jogadores com personalidade forte)

Abrindo o Record directamente nas páginas do Sporting, deparo-me com as seguintes declarações (exclusivas, ao que parece) de Bojinov que, muito sinceramente, fazem todo o sentido quando recordo a forma como o gajo se comportava no banco.

Sobre o jogo com o ManCity: «Vou torcer pelo Sporting, claro. Agora sou sportinguista, por isso serei mais um adepto. Quero que ganhem com todo o coração […] O que digo aos meus ex-companheiros é que, se forem fortes e tiverem a dose necessária de sorte, podem eliminá-los. O Sporting também tem uma grande equipa e tem um grande grupo de trabalho».

Sobre o Sporting: «Tenho mais quatro anos de contrato. Vejo todos os jogos ou sigo-os pela Internet. Acompanho a equipa com muito carinho. Espero que passem a eliminatória com o City, que conquistem a Taça de Portugal e alcancem o 3º lugar da Liga […] Estou sempre a trocar mensagens com os jogadores, ou telefono antes de cada jogo, inclusive ao Carlos Freitas, a desejar boa sorte».

O penalti e Domingos: «Peço desculpa aos adeptos do Sporting se falhei aquele penalti, porque eles sempre estiveram comigo. Mas tenho o meu carácter. Quero ganhar jogos. É essa a minha personalidade […] Mati é um grande jogador e um amigo. Pedi-lhe desculpa e ficou tudo bem […] O meu único problema no Sporting era com o treinador, e só com ele. Paciência não foi sincero comigo. Não me disse nada depois do jogo, nem quando fui para o Lecce. Quando um treinador não fala com os jogadores, é um problema».

Idade da inocência

Mais a frio, depois da deprimente noite de quinta-feira, a primeira coisa que me apetece dizer é que deu um jeitão a louca ansiedade do Bojinov. Porquê? Porque, parece-me, mais grave do que o gesto do gajo (já lá vou) foi não sermos capazes de ganhar a um Moreirense que jogava sem seis ou sete titulares. Isto é o mais preocupante e é relativamente a isto que eu gostaria de ver explicações. Ou, se preferirem, como é que se expliqua que, num reveillon, passemos de 1 para 11 pontos do primeiro lugar?!? Que a equipa passe da pressão alta, mandona, colhões a encher os calções e a jogar como pedimos, como se viu na Luz, para esta equipa onde até a alma que já nos evitou dissabores maiores (Paços de Ferreira e jogo em casa com o Nacional para a Taça, por exemplo) parece eclipsar-se?!?
Ah, já sei, Rinaudo. Sim, tudo parece ter começado a tremer com a lesão de Fito, mas não passou tempo suficiente para termos alguém que permita aos dois outros médios jogar mais descansados, aos centrais não terem o peso de agarrar na bola, ao laterais terem a oportunidade de subir logo na construção? De cada vez que penso nisto surge-me no pensamento o exemplo do Milan e de Andrea Pirlo. Não podiam Elias, Schaars ou André Martins terem sido, desde logo, a opção para a máquina funcionar no primeiro momento de construção? (e, sim, eu sei que depois ainda ficámos sem Matias).
Ah, já sei, a equipa emperrou em termos atacantes. Mas será que temos que jogar sempre em 4-3-3? Será que não podemos prescindir de um dos médios e actuar com dois avançados?!? Será que não se justifica existir um plano b táctico que vá para lá de colocar o Ogushi a ponta-de-lança, de inverter os alas ou o triângulo de meio-campo?

Ainda assim, a julgar por grande parte dos comentários, importa é apontar o dedo ao Bojinov. Falemos, então, do Bojinov.
O búlgaro tem sido tudo menos um exemplo de mau jogador de balneário. Sempre que fala pensa no grupo, festeja os golos, sofre no banco, manda o Caixinha para o caralho quando reduzimos, frente ao Nacional. Teve, na quinta-feira, um acto desesperado. Um acto de alguém que precisa de mostrar-se e de sentir-se útil. Fez mal e correu mal, o que justifica um castigo e que lhe retira quase toda a margem junto da maioria dos adeptos. Claro que a imprensa aproveita, como fez, ontem, O Jogo, e escreve que o rapaz era olhado de lado no balneário para, no mesmo texto, dizer que ele era dosmais chegados a Ogushi e Wofswinkel. Come e acredita quem quer, não é? Como grita e pede sangue quem quer, e haverá quem aplauda a sua saída, como se aplaudiu a de Deivid e a de Pinilla, para depois meterem as mãos nos bolsos, a cabeça em baixo e dizerem que foi uma vergonha terem deixado sair esses jogadores.  E, no meio de tudo isto, volto a bater na mesma tecla. Foi um erro de gestão tê-lo deixado de fora contra o Braga, numa clara machadada na motivação que ele poderia ter perante a oportunidade de agarrar o lugar. Se se for, tenho pena. Sobretudo, tenho pena que pouco se tenha feito no sentido de dar a Alvalade a oportunidade de ver um dos jogador que eu fazia questão de ver, ao domingo à tarde, com a camisola do Lecce, na Rai1.

Mas sabem do que é que eu tenho mesmo pena nestas alturas? De ter crescido como adepto. De ter deixado aquela idade da inocência onde acreditava que qualquer Peter Houtman ou qualquer Eskilsson podiam ser os melhores avançados da Europa, que o Rodolfo Rodriguez ia defender tudo, que centrais como Pedro Barny ou Miguel podiam dar conta do recado, que o Ali Hassan podia fazer a diferença e que o Valtinho tinha o remate mais forte do mundo, ou que o Amaral tinha tudo para ser um craque e que o João Luís II e o Edel podiam ser armas secretas para resolver a partir do banco.
Naquela altura, qualquer homem que vestisse a camisola do Sporting tinha que ser defendido até ao fim como fazendo parte da melhor equipa e do melhor clube do mundo. Com eles, acreditava que ia ganhar sempre e quem dissesse e escrevesse o contrário tinha mais era que ir pró caralho. Mas, hoje, parecemos absorvidos pela constante vontade de duvidar. Até de nós mesmos, enquanto adeptos.

Quem não tem lobo, caça com…?

A lesão de Wolfswinkel é apenas mais uma para juntar à longa lista que, à vez ou em conjunto, tem tornado impossível apresentar durante dois jogos consecutivos um onze composto pelos melhores jogadores do plantel. E, neste momento, pouco relevante será discutir se foi um risco comprar certos jogadores, se é azar, se é dos treinos ou se tudo resulta de uma conjugação cósmica.

O importante é pensar na melhor forma de compensar a ausência do melhor marcador da equipa, sendo que o nome que, pela lógica, se perfila como seu substituto é o de Bojinov, apelidado pela esmagadora maioria dos adeptos leoninos como flop, merda ou, mesmo, a pior contratação da história do Sporting (como se, só para as posições mais avançadas, não tivessem tido que levar, num passado recente, com Hélder Postiga, Tiuí, Luiz Paez, Purovic, Pongolle, Carlos Saleiro, Kirovski, Nalitzis, Kutuzov, Lourenço, Clayton, Mota, Bueno ou Koke).
E porque raio acho eu que, pela lógica, deveria ser Bojinov a avançar (ainda por cima como os sete ventos trazem a mensagem de que o homem não pode jogar como referência na área, num sistema de 4-3-3)? Sim, é verdade que o homem parece ter sido trazido de volta à vida e ainda estar a tentar perceber qual a melhor forma de respirar, mas permitam-me a pergunta: quantos dos que o querem empacotar de volta defenderam, ao fim de umas dezenas de minutos, que Wolfswinkel era uma merda?!? E, já agora, quantos dos que o criticam o viram jogar sem ser em compilações do youtube? Ah, a puta da memória. Quantos dos que o querem ver pelas costas assobiaram Acosta, aquele cabrão daquele velho que devia ter sido recambiado ao fim de dois meses de cá estar? Quantos dos que acham que a única coisa que vale a pena em Bojinov é a Bojinova, defenderam que Postiga era um artista, que não era nove mais nove e meio mais onde rendia mesmo era como falso dez?  Uma última, uma última, que eu sou um chato do caralho: quantos jogos completos (e seguidos) já fez Bojinov com a camisola do Sporting?!?

Posto isto, eu apostaria em Bojinov. E logo veria se entraria Ribas ou Rubio. Porque acredito que temos um jogador a ganhar e que, deixá-lo de fora para dar lugar a alguém chegado há uma semana, será dar-lhe uma machadada nas costas e colocar-lhe a etiqueta no pé.