Já que vai ser um dos assuntos do dia…

… vale mais despachá-lo logo de manhã.
Diz que o Sambú e o Cassamá decidiram tentar ter uma carreira como o Castro e o Ivanildo.
Diz que o Diogo Viana encolheu os ombros.
Diz que o Baldé disse adeus à casa onde dava de comer aos gaiatos que traz da Guiné.
Diz que o copo continua meio cheio. E que sábado estou em Alvalade.

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B de bonitos

bonitos

A foto dos três bês, de bonitos, obviamente, fica para a posteridade, tal como as palavrinhas doces de Bê Baldé: «O presidente do Sporting foi muito inteligente, soube defender os interesses do clube e ao mesmo tempo teve capacidade para juntar as partes e descobrir o melhor desfecho para todos. No final, devo dizer que fiquei muito surpreendido pela sua postura intransigente na defesa dos interesses do Sporting e de Bruma junto do clube turco».

Já agora, em qual dos bolsos estão escondidos Cassamá e Sambú?

Eu quero ver se o teu desejo se torna realidade, Ilori

Ilori concedeu uma entrevista ao jornal oficial do nosso maior inimigo, o Jogo e o fcPorto, respectivamente.
Acabei por encontrar um excelente resumo da mesma no Notícias do Futebol, que vos deixo em seguida, sintetizando tudo com uma nota que me desperta curiosidade: Tiago Ilori afirma que estava preparado para não jogar durante dois anos, de forma a fazer valer os seus direitos e a conseguir dar o salto que queria. Eu quero ver é se ele está preparado, caso tenha que ficar dois anos a treinar, a ver os jogos da bancada e a ouvir os Beatles.

 

Tiago Ilori acabou de se transferir para o Liverpool e, em entrevista ao jornal “O Jogo”, explicou o porquê dessa mudança e de não ter aceitado renovar com o Sporting, sublinhando que teve muito mais a ver com algumas cláusulas do contrato proposto pelos leões do que pelo vencimento em si. “Fizeram-me uma proposta de renovação e estivemos em negociações. Acabei por não aceitar, não tanto pelo ordenado, mas devido a algumas cláusulas e pela duração do contrato. Tinha noção que poderia ser bom ficar no Sporting para jogar mais e ganhar experiência, mas não tinha medo de dar aquele passo em frente nesta altura. Depois, as coisas arrefeceram. Não é que eles tenham perdido o interesse, mas numa negociação tem de haver aproximação das pretensões de ambas as partes. E eles nunca se mais quiseram aproximar”, atirou o internacional sub-20 português.

De acordo com o jovem luso-britânico, o Sporting até começou por demonstrar grande esforço para tentar a renovação de contrato, contudo, essa intenção foi-se perdendo com o passar do tempo. “No início até houve um esforço grande. E não me posso queixar, porque sei as condições que me propunham. Os valores não eram maus, mas havia coisas que me preocupavam. Não me sentia bem com algumas cláusulas e a duração do contrato. Gosto muito do Sporting, mas não queria estar lá para o resto da minha vida; queria dar um passo em frente, fosse agora ou mais tarde. Com um contrato com tantos anos de duração, tinha receio que se um dia quisesse sair, eles podiam não me deixar”, explicou.

O Liverpool acabou por surgir no caminho de Tiago Ilori, como opção para o seu futuro imediato, contudo, o defesa-central assumiu que, mesmo que os “reds” não surgissem em cena, seria bem provável que não renovasse. “No início até estive perto de um acordo. Mas depois nunca mais disseram nada, nem voltaram a apresentar uma contraproposta. Tinha mais dois anos de contrato, havia tempo e não tinha que ser pressionado para renovar com condições que eu não queria. Acho que não renovava mesmo”, sublinhou a “O Jogo”.

Preparado para ficar dois anos sem jogar

Enquanto não renovasse, tudo indicaria que Tiago Ilori não seria utilizado pelo Sporting e o defesa-central reconheceu que estava inclusivamente preparado para ficar dois anos sem jogar. “Sim, estava. Acho que faria o que fosse necessário. Se não me iam deixar jogar porque eu não renovava, não fazia sentido obrigarem-me a ficar no Sporting, ainda por cima tendo uma proposta. Assim, arriscavam-se a não ganhar nada daqui a algum tempo”, atirou.

Uma paragem tão longa poderia ser fatal para a evolução de um jogador com a idade de Tiago Ilori e o defesa-central reconheceu isso mesmo, sublinhando que essa hipótese o deixava assustado. “Assustava. Ficar dois anos sem jogar não seria bom nem para mim, nem para um jogador de 30 anos. É algo que pode acabar a carreira de um jogador. Mas senti que estava a ser pressionado para assinar um contrato que eu não queria assinar. Com mais dois anos, não tinha que assinar nada. Sentia-me nesse direito”, confessou.

Apesar disso, o jovem luso-inglês nunca ponderou forçar a saída por uma via legal, tendo sempre acreditado que ia ser do Sporting a bem. “Nunca, nunca. Queria fazer tudo para que isso não acontecesse. Sabendo que não queria renovar com o contrato que estava em cima da mesa, já me tinha mentalizado que, com as propostas que tinha, ia sair”, referiu, antes de comentar as renovação de 17 jogadores que, ao contrário de Ilori, optaram por ficar em Alvalade. “Cada um tem de tomar a sua decisão. Acho que nenhum deles fez mal. Eles é que sabem o que pretendem do clube e o que o clube pretende deles. Se isso foi o melhor para eles, então acho muito bem que tenham assinado. E se aceitaram as condições é porque alguma coisa está bem”, afirmou a “O Jogo”.

Compreendeu decisão de Bruma

Apesar de achar que o luso-guineense, tal como ele próprio, nunca quis abrir uma guerra com o Sporting, Tiago Ilori diz compreender a decisão de Bruma, pois entende que essa foi a única forma que o extremo encontrou para conseguir sair de Alvalade. “Acho, em ambos os casos, que nenhum de nós queria que isso acontecesse. Possivelmente, o Bruma sentiu que era a última opção que tinha para poder sair, pois sentiu que estava na altura de dar um passo em frente e mudar de clube. Não porque não gostasse do clube, pelo contrário, o Bruma sempre foi sportinguista, mas por causa da carreira dele. Não chegaram a acordo para renovar e tentaram arranjar uma solução. Não acredito que tenha sido a primeira opção dele, foi mesmo a última. O que quer dizer que tentaram muita coisa antes disso e o Sporting não aceitou”, explicou.

Tal como sucedia com Bruma, também Tiago Ilori é representado por Pini Zahavi que, em Portugal, delega essa função ao seu sobrinho Nir Zahavi, mas o defesa-central nega que a ruptura que existiu entre Bruno de Carvalho e o super-agente não foi importante no seu processo. “Não acredito. O Sporting queria fazer o melhor negócio comigo, fosse renovando ou vendendo, e não podia entrar em ruptura com Zahavi ou não chegavam a acordo nenhum”, atirou, antes de reconhecer que nunca colocou a hipótese de abandonar Zahavi. “Nunca, até porque sempre me tratou bem e sempre colocou os meus interesses à frente de tudo. Se eu lhe tivesse pedido para renovar com o Sporting, ele teria renovado. Aconselhava-me, mas nunca me disse para ficar ou sair, as decisões eram minhas”, finalizou a “O Jogo”.

A desculpa de hoje

Catió?
Sim? É quem desse lado?
Cherba.
Do Cacifo?
Isso.
Não vou falar!
Calma! É que me disseram que o Bruma tinha sido raptado. É verdade?
Hum?!? Ná. Bruma não foi treinar porque lhe disseram que não vai ser a capa do PES 13! Se o Sporting não o deixa ser capa do PES ele fica triste. E se fica triste não consegue treinar.

E agora, Cacifeiros, Sportinguistas, Amigos, Camaradas?

O que fazemos com o Bruma?
Já vos disse: para mim era falar com os turcos, acertar 15 milhões com uma cláusula a la Insua, receber um carregamento de kebabs e de falafel e adeus até mais nunca.
E tu, o que pensas disto?

actualização
Ao almoço
«Independentemente da decisão da CAP, o Bruma não regressa ao Sporting»

À ceia
«Uma coisa é a minha opinião ao longo deste processo. Outra é aquilo que o jogador entender, que pode considerar que tem condições para regressar. Se ele decidir assim, teremos de respeitar essa vontade»

Bebiano. Provavelmente, o mais patético advogado do mundo.

Mama, Baldé!

E mama, Bebiano! (mete os 65 mil euros e a tua teoria ridícula nessa peida!)
E mama, Bruma. Agora pede aos turcos e a meio mundo que anda atrás de ti, para largarem 15 milhões e te levarem de vez!
E mama, Bufas! A estratégia de ameaçar a família do puto não deu resultado.
E mamem todos aqueles que se preparavam para festejar um falhanço do Sporting!