Até onde teriam chegado?

A equipa B terminou o campeonato em 4º lugar, o que me leva a perguntar “até onde teriam chegado” caso essa mesma equipa não se visse forçada a prescindir de jogadores como Dier, Ilori, Bruma e, por vezes, Fokobo ou Esgaio? E, com esta dúvida na mente, sou assaltado por outra pergunta: tendo em conta a resposta dada pelos que foram promovidos à equipa principal, bem como a que foram dando os restantes (João Mário, por exemplo, é apontado pelos treinadores da segunda liga como um dos melhores jogadores da prova e uma das maiores surpresas), isso significa que o nível da nossa formação seria suficiente para montar uma equipa que lutasse pelo meio da tabela, numa primeira Liga? Sinceramente, estou em crer que sim.

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Aperitivo para segunda-feira?

Depois de confirmar que a táctica do apedrejamento não é a melhor, os gajos do outro lado da segunda circular decidiram apostar num bandalho de apito na boca. Que excelente forma de dar as boas-vindas ao nosso novo presidente, mostrando-lhe desde logo o nojo com que pode contar. Fico com curiosidade em escutar as reacções.

p.s. – dava jeito que os Sportinguistas deixassem de responder aos comentários dos montes de merda. Facilitava-me a limpeza. obrigado.

Foram Oceanos de amor…

E se o próximo treinador do Sporting for… o que lá está?
A pergunta pode parecer parva, mas duvido que não tenha já passado pela cabeça de grande parte dos Sportinguistas., tendo em conta a demora na apresentação do novo treinador.
Por esta altura, tenho a certeza de que quem gere o nosso futebol nunca equacionou a saída de Sá Pinto. E o único plano B disponível era em tudo semelhante ao utilizando aquando da saída de Domingos. É estranho, amador, diria mesmo, até porque bastava ver o que aconteceu frente ao Estoril para ter a certeza que o resto da semana, na Hungria e no Dragão, não traria milagres.

O que mais me custa, sinceramente, é que se continuem a aproveitar de pessoas que amam o Sporting e que não são capazes de dizer que não perante o desafio de tentar salvar a pele do Leão. Pena não perceberem, que são outras as peles que tentam salvar-se em primeiro lugar. Agora, Oceano, com aquela sua paixão expressa na forma como tentou motivar Viola, segundos antes da substituição. A permanecer como treinador principal, acabámos de contratar o homem que levou a nossa equipa B à liderança da segunda liga (à frente de um tal de Mitchell van der Gaag, que alguns adeptos gostariam de ver em Alvalade).
Resta saber se uma solução de recurso, se revelará a solução salvadora.

B de Sporting ou de Brasil?

Ponto prévio: sou totalmente a favor de uma equipa B. Jogando num escalão como a Orangina, e olhada com total seriedade, será, a meu ver, a melhor forma de dar os jovens leões o passo intermédio entre a formação e a equipa principal (para os que mostrarem ser capazes de lá chegar).

Ora, ontem, o jogo publicava uma notícia de um possível protocolo com o Fluminense, que poderia tornar o Sporting, mais precisamente a sua equipa B, na rampa de lançamento de jovens valores no mercado europeu. Ao que parece, o suposto craque Patinho abriria a hostilidades, podendo vir acompanhado de outros nomes como Matheus Carvalho, Elivelton ou Wellington Nem, e confesso que esta possível invasão carioca (ainda falta perceber o que se passa com o tal Jeferson, do Botafogo) me deixou preocupado. Não por ter algo contra jogadores estrangeiros, não por não considerar que esta política poderá diminuir o risco de depositarmos grandes esperanças em Viveros, Yannicks Pupo ou Celsinhos. Antes, por achar que temos que olhar primeiro para os nossos, para os formados na Academia, para os que temos que continuar a fazer crescer para alimentar a nossa equipa principal e, por razões de força maior, para tentar alimentar a nossa tesouraria.