O tal problema das papoilas saltitantes

Pessoal, durante os próximos seis dias, pelo menos, é garantido que vão aparecer por aqui mais florzinhas do que é habitual. Não vão dizer nada para além da merda do costume, típico de quem não consegue integrar-se e de quem precisa de atenção. Eu sei que é complicado não responder, mas agradeço o vosso esforço no sentido de me facilitar a tarefa de cada vez que tiver que passar o pesticida. Thanks.

Aperitivo para segunda-feira?

Depois de confirmar que a táctica do apedrejamento não é a melhor, os gajos do outro lado da segunda circular decidiram apostar num bandalho de apito na boca. Que excelente forma de dar as boas-vindas ao nosso novo presidente, mostrando-lhe desde logo o nojo com que pode contar. Fico com curiosidade em escutar as reacções.

p.s. – dava jeito que os Sportinguistas deixassem de responder aos comentários dos montes de merda. Facilitava-me a limpeza. obrigado.

Nota dirigida a quem merece o meu respeito

Felizmente, 95%, mais coisa menos coisa, das pessoas que aqui comentam, são merecedoras do meu respeito. Os outros cinco por cento são dois tipos de palermas: os que acham piada a poderem ter vários nicks diferentes e os adeptos de clubes adversários, que encontram na provocação e no insulto baixo a forma de nos dizerem o quanto gostavam de ter um blogue como este pintado a cores manhosas. E, com esse incrível poder que a web lhes deu, uns e outros, os palermas claro está, tratam de tentar dar algum sentido às suas vidinhas de merda.

Ora, às pessoas que merecem o meu respeito, gostaria de dizer que, em virtude de estarem a crescer cada vez mais cogumelos venenosos no relvado do Cacifo, tomei duas decisões:
– primeiro, vai haver muita vassourada em nicks trazidos pela proximidade do acto eleitoral. É possível que algum novo cacifeiro acabe por levar por tabela, mas, nesse caso, e pedindo antecipada desculpa, solicito que me enviem um e-mail e me dêem conta dessa injustiça;
– segundo, vou dar muito pouca margem a off topics. É algo que tenho tolerado, embora, confesso, me aborreça um bocado (tal como me aborrece numa conversa cara a cara) até porque, por vezes, quase transforma a caixa de comentários num fórum onde o fio condutor é menos visível que o seu primo de pesca.

Estas são duas medidas que visam, até às eleições, tentar dar aos milhares de Sportinguistas que fazem do Cacifo um dos seus (ou o seu) blogues de referência a possibilidade de discutir, de forma o menos minada possível, tão importante momento para o nosso clube. Quem preferir a informação encomendada e contaminada, pode sempre tirar um mês de férias e alugar quarto com vista para um pasquim diário e respectiva caixa de comentários.

Um abraço para a maioria. E uma a la Ínsua (saudades…) na tola dos cogumelos.

No caso PP, o C faz toda a diferença

Com o país dos seis milhões atormentado pelo esfreganço de segunda-feira à noite, há quem procure resolver o problema da cabeça inchada com um sorriso estúpido. E estúpido porquê? Porque esse sorriso resulta de ouvir dizer que o circo Cardinal pegou fogo e vir a correr para a rua gritar que o Sporting está envolvido num caso de corrupção.
O problema, minhas repimpadas bestas, é que nem o Sporting está acusado de nada, nem o cê deste caso corresponde a corrupção. Denúncia caluniosa  (olha o cê, olha o cê) qualificada, talvez seja termo que ultrapasse os limites do vosso léxico, mas como eu sou um gajo porreiro até vos dou novo motivo de conversa: dizem que alguém depositou dinheiro na conta do Jorge Sousa para ele dizer que estava com o dedo mindinho inchado, permitindo assim que o Gil Vicente – Sporting fosse apitado pelo Bruno Paixão.
O resto da história, creio que vocês já conhecem. Eu, agora, vou aceder ao youtube para ouvir umas escutas telefónicas enquanto lavo os dentes.

p.s. – até para evitar estas imbecis e tendenciosas interpretações, Godinho Lopes devia tomar uma decisão: ou defende PPC abertamente, ou tem que demiti-lo.

Uma prenda de anos para o Paulinho

Que fez anos na segunda-feira.
A partir de hoje vou apagar todos os comentários de lampiões e de tripeiros. Quero mais é que vão para o caralho. Querem comentar? Vão às caixas de comentários da Bola e do Record. Aqui estão em nossa casa e nem numa patética rede de segurança quero ver-vos!

p.s. – agora encham a caixa de comentários bem ao vosso estilo que eu terei todo o prazer em  mandá-los para o devido lugar.

E o vândalo sou eu?!?

Ponto prévio: não concordo com o pegar fogo às cadeiras do lampiódromo. E, como não poderia deixar se ser, a merda da nossa comunicação social prefere dar seguimento a essa novela do que questionar a organização de um jogo de alto risco (a propositada colocação de uma manita de “vistoriantes” para quase quatro mil pessoas, sendo os stewards responsabilidade directa da segurança do Benfica), os lasers constantemente apontados aos jogadores do Sporting, ou a forma, ainda mais alarve do que em anos anteriores, como os adeptos do Sporting foram conduzidos para dentro do lampiódromo. 
A curta dimensão da zona preparada para receber os Leões, que passou de confortável a desconfortável numa questão de minutos, a falta de água ou o impedimento de acesso às casas de banho, acabam por ser pormenores que nem espantam quem tem por hábito acompanhar o Sporting ao moderno cesto de pão virado para o Colombo. Só a rede manhosa é que foi novidade.

Mas o pior no meio disto tudo, é que, parece-me, fizemos um favor aquela gente, dando-lhes motivos para poderem vir, com aquele estilo que me fode mais o estômago do que maionese estragada sobre camarão fora de prazo, fazerem-se passar por paladinos da verdade e do desportivismo. As recentes palavras de Luís Filipe Vieira, são a cereja no topo do bolo. «Custa-me a crer que o presidente do Sporting se reveja nas palavras do dirigente do seu clube. Talvez seja o mais grave de tudo o que se está a passar neste momento no futebol português. Ver um presidente de um clube com a grandeza do Sporting, eleito pelos sócios, rever-se nas declarações daquele dirigente… vamos caminhar muito mal no futebol. A ser assim, o Benfica vai rever a sua posição na relação com o Sporting, no futuro […] No futebol não pode valer tudo. Já dei provas suficientes da postura e dos valores que o Benfica defende e da minha maneira de estar no futebol».

Mais uma vez, a comunicação social e os fazedores de opinião que comandam a carneirada (cada vez percebo mais o porquê do país estar tão no fundo), vão assobiar para o lado e vão fazer do Luís das Escutas (ou da rega, ou dos túneis, ou dos apagões) uma espécie de vingador, esquecendo o que uma das mais execráveis figuras do nosso futebol, aka João Gabriel, fez e continua a fazer na nobre arte de acicatar a violência e sentimentos de ódio. A inacreditável frase «Não houve fosso, ninguém caiu ao fosso», por certo ficará gravada na memória de quem tem um pingo de decência, algo que vai faltando, em demasia, neste futebolês de merda.
Afinal, o que conta é seguir o que diz o homem que já deu provas suficientes da postura e dos valores que o Benfica defende e da sua maneira de estar no futebol e que, perante as palavras do seu fantoche da comunicação, atira sem rodeios: «Quanto ao resto, vamos ignorar e passar ao lado de quem pouco se importa com as consequências das suas irresponsáveis palavras e actos».

A todos os cacifeiros (e Sportinguistas no geral)

Olhei para a caixa de comentários do post anterior e não queria acreditar na palheta que foi dada a dois ou três lampiões que, como já se esperava, resolveram aparecer.
Argumentar, para quê? O daltonismo deles impede-os de ver o mundo a mais de duas cores e a bazófia própria desta espécie de adeptos faz o resto (posso dizer-vos que, desde ontem, já ouvi quatro lampiões a dizerem-me que vamos levar três ou quatro).
Muito sinceramente, peço-vos o favor de ignorarem as intervenções das aves raras, pois quanto mais conversa, mais tempo demoram a desamparar a loja.

O Cacifo do Paulinho

Durante estes dias de ausência, foram vários os comentários onde se sugeria que se alargasse o leque de escribas. São sugestões que fazem todo o sentido, não só pela pertinência das intervenções dos nomes sugeridos (e existem mais) mas, também, pelo renovar da dinâmica do blogue e pela garantia de que, em períodos de férias e afins, as actualizações continuariam a existir para lá da caixa de comentários.

Ora acontece que há algo que me impede de avançar nesse sentido: pese o facto de, actualmente e pelas mais diversas motivações (ou falta delas), ser a única voz activa, no seio dos denominados donos do Cacifo, continuo a olhar para este espaço de sentir leonino como algo que nasceu e cresceu com base na amizade que me une a três outras pessoas (com a ajuda de todos os que nos visitam, claro). Por muito que o Cacifo do Paulinho pareça, cada vez mais, a Cadeirinha do Cherba, continuo a senti-lo e a pensá-lo como algo que não é só meu. No fundo, como um pedaço dessa amizade que dura há quase metade da minha vida.

Por ela, a amizade, por vocês, que diariamente aqui comentam e que nos tornaram numa referência em termos de blogosfera (é verdade, já nos levaram aos top 50 dos blogues mais lidos em Portugal), e pelo lado leonino que a todos nos une, continuarei a abrir estas portas sempre que conseguir. E conto convosco para ocuparem todos os lugares disponíveis e continuarem a ajudar-me a gritar bem alto o nome Sporting!