Obrigado, mas… quero mais!

O reunir da tropas foi… esmagador! Brutal!
Mas sei que falta o “presente!” de muitos destes Leões e Leoas que carregam o C na alma e o Sporting no coração!
Estou à vossa espera! (basta clicarem aqui e rugirem bem alto!)

p.s. – se possível, peço-vos que não usem esta caixa de comentários para se identificarem

Gosto!

fundaçãoNuma iniciativa promovida pela Fundação Sporting, Nuno Ferreira, natural de Aveiro, assistiu ao treino da equipa principal num dos bancos de suplentes do Estádio José Alvalade e teve a possibilidade de conhecer Rui Patrício – o seu grande ídolo -, Adrien e Wilson Eduardo.

 

O cão e o Leão

Há quem diga que o futebol vive de emoções. Há quem defenda que vive de números. Há quem considere que o importante é o momento. Há quem se socorra da história. No fundo, o futebol é a soma de cada um de nós e temos que aprender a conviver com a opinião e estado de espírito alheios. Mas nesta convivência, há algo que nos une para lá do gostar de futebol: o gosto, a paixão, o amor por um mesmo clube. Por um mesmo ideal. Por um mesmo símbolo.

Ora o que que aconteceu ao Sporting, num passado recente, foi, precisamente, o colocar em causa deste clube, deste símbolo, desta paixão, deste amor. Não sei se o caminho seria mesmo o recomeçar. Mas sei que tudo foi posto em causa: a história, o ideal, o símbolo, a grandeza, a personalidade. O ser Sporting foi colocado em cheque. Aquele era, cada vez menos, o clube que há mais de um século tem vindo a juntar gerações. Aquele tinha passado a ser o clube onde tudo podia ser justificado com o facto da bola bater na barra e sair ou bater na barra e entrar. Estávamos na mão dos gestores, fãs do www.casinoonline.pt/slots, onde se empenhava todo e qualquer bem para poder apostar sem rumo (mas com muito norte).

Perante uma situação limite, valeu-nos o amor pelo Sporting. Foi esse amor que conduziu a um «basta», rugido de forma clara. Passaram seis meses sobre essa «revoleão» e, hoje, o nome Sporting voltou a ser respeitado. Claro que as vitórias ajudam, claro que os golos fazem sorrir, mas o que se destaca neste regresso é a mensagem clara de que existe um rumo. De que existem pessoas a trabalhar todas num mesmo sentido. De que os adeptos percebem esse trabalho e se juntam à enorme tarefa de recuperar a identidade perdida. É por isso que se fala em onda verde. É por isso que se fala em alma leonina. É por isso que adversários flatulentos se mostram incomodados e adeptos do maior rival até já falam numa aproximação (onde é que eu já ouvi isto?). É por isso que, na ausência de motivos de facto, alguns jornais seleccionados promovem a guerrilha na tentativa de minar o trabalho visível a todos.

Mas esse mesmo trabalho está longe de estar feito. A nossa identidade foi tão espezinhada que há quem continue a duvidar. Afinal, e agora que a questão deixou de resumir-se ao bater na barra (o Sporting tem, à quinta jornada, mais de um terço dos golos da época passada, tem o melhor ataque da prova, o melhor marcador e a melhor defesa), há adeptos que resolveram passar a questionar toda e qualquer acção da direcção. Sentam-se algures num camarote leonino e numa bancada nascente e já não querem saber se a bola entra ou se a bola sai. Aliás, a bola passou a ser secundária. E, quase aposto, devem ter sido esses adeptos que, há menos de uma semana, me incomodaram, profundamente, com os assobios à equipa. Abomino hipocrisias, e que outro termo posso usar para apelidar em diz que devemos apostar na nossa formação e que, ao primeiro jogo menos conseguido, parte para o assobio, mostrando que, afinal, até deseja que a bola entre menos vezes para poder continuar a sua luta (inglória, diria) no sentido de recuperar os tempos de escuridão em que estávamos mergulhados?

Para essa pessoas, de assobio fácil, as mesmas que durante os anos mais recentes o faziam para o lado, gostava de deixar uma nota. Quando pensarem em assobiar, olhem para o símbolo do Sporting. Sim, eu sei que, há poucos meses, esse símbolo podia confundir-se com um cão grande, obediente, ou com um qualquer Leão de circo que se confinava a uma existência de entretenimento num circo de pouca categoria. Olhem bem. Não é um cão; é um Leão! Rampante. E não vão ser umas centenas de assobios que vão voltar a fazê-lo esquecer-se que nasceu para ser rei desta selva.

Acorda, Sporting!

«O Olhanense prepara-se para fazer um encaixe financeiro importante com a receita de bilheteira do jogo com o Sporting, domingo, no Estádio Algarve. A corrida aos bilhetes tem sido tal que os responsáveis já perspectivam a maior assistência de sempre.», in A Bola.

A onda verde continua a crescer e aproveito para lançar o desafio à direcção: organizar viagens, aos preços das que existem para claques, que levarão os Leões a todos os estádios do país!

spooooooooooorting

Pumba e pumba!

Primeiro, entala-se o bucha,. que acreditou que as suas dimensões metiam medo e acabou por entalar, também, o aprendiz de engorda.
Depois, mostra-se ao estica que a bandalheira acabou (e, diga-se, este imbecil deste Evangelista já merecia ser posto no lugar há muito tempo).
O anão, pelo menos para já, ficou sem resposta. Mas que estou a gostar muito disto, lá isso estou!
SPOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOORTING!

Toma, que é fresquinho!

A Sporting SAD, face à informação que tem sido tornada pública, em diversos órgãos de comunicação social, relacionada com questões contratuais e salariais sobre os seus jogadores, esclarece o seguinte:

– A Sporting SAD tem mantido nas últimas semanas contactos constantes com o representante do jogador Evaldo, Renato Moura, no sentido de encontrar uma solução para o atleta, na defesa dos interesses mútuos.

Estranha-se que o referido representante de Evaldo, nunca nos contactos estabelecidos, se tenha referido a qualquer dívida por parte do Sporting ao atleta, situação que aquele vem agora alegar através da comunicação social. A Sporting SAD rejeita liminarmente qualquer dívida ao jogador Evaldo que, como é do conhecimento público, esteve emprestado na época 2012/13 ao Deportivo da Corunha. A existir qualquer falta de pagamento, esta teria que ser naturalmente comprovada e só poderia ser atribuída ao Deportivo da Corunha e nunca ao Sporting Clube de Portugal.

– A Sporting SAD reitera que, desde que esta Administração tomou posse, não existe, nem existiu, qualquer dívida salarial ao jogador Elias. A dívida existente diz respeito a um contrato de direitos de imagem que esta Administração decidiu rescindir, sustentado no reiterado incumprimento por parte do atleta, sendo firme propósito por parte do Sporting a defesa dos seus legítimos interesses, pelo que irá exigir uma indemnização.

– Relativamente ao jogador Bojinov, a Sporting SAD reitera que o mesmo se encontra com o contrato rescindido, tendo o Sporting cumprido todos os preceitos. É com estupefacção que a Sporting SAD é confrontada com declarações hoje na comunicação social de Genaro Palomba, representante do jogador, quando já mesmo depois da rescisão, a Administração da SAD aceitou reunir com ele a seu pedido, no dia 29 de Agosto de 2013, e onde não manifestaram qualquer contestação à rescisão referida.

– A Sporting SAD salvaguarda o grupo de trabalho, a sua dinâmica, os princípios definidos e defende os seus activos como um todo, nas suas múltiplas interacções, não podendo permitir que estes sejam colocados em causa.

No que respeita a Zakaria Labyad, o que tem estado em causa é o não cumprimento dos deveres com o Clube e que em nada tem a ver com o montante salarial por si auferido. Salienta-se aliás que no grupo de trabalho há jogadores com montantes salariais superiores e que dão o seu normal contributo ao Clube. Trata-se, neste caso, de uma opção de gestão desportiva.

Realça-se que o jogador conhece, porque a Sporting SAD comunicou em 8 de Agosto de 2013, as acções que intentou, nomeadamente a rescisão do contrato de direitos de imagem que mantinha, sendo firme propósito por parte do Sporting a defesa dos seus legítimos interesses, pelo que irá exigir uma indemnização. Assim, como irão ser exigidos o cumprimento de vários aspectos do contrato que a esta data ainda não o estão, situação que lesa fortemente a Sporting SAD.
Pese a consciência que tem do seu comportamento, incorrecto e lesivo dos superiores interesses da Sporting SAD, o jogador tenta passar para a opinião pública uma imagem de desconhecimento e inocência de todo este processo, vitimizando-se, quando na realidade se trata do principal responsável desta situação.

O jogador não irá trabalhar isoladamente como tem sido referido publicamente, mas sim integrado na estrutura do futebol profissional. O Sporting evidencia que procurou sempre soluções que salvaguardassem os seus interesses e do atleta, nomeadamente através de propostas de clubes ingleses e turcos, mas que o jogador, pese embora estas cobrissem na totalidade as condições contratuais auferidas, rejeitou-as sempre, liminarmente.

Ao menos, respeitem o Sporting!

Estou de férias há quase 15 dias e ponho os tomates no cepo em como mais de 95% do pessoal que aqui vem diariamente, não deu por isso.

Comprometido com duas causas, o Sporting e o Cacifo, tenho feito o possível por não deixar abrandar o espírito e o ritmo a que esta casa habituou milhares de Leões espalhados pelo mundo. Mesmo que isso tivesse implicado, por exemplo e face ao ataque cardíaco dos dois computadores, enfiar-me num centro de internet, algures no interior do país. Num cabrão de um barracão onde a temperatura ameaçava fazer desmaiar alguém, fiquei ao lado de um gajo dos seus 45 anos, boné ao contrário, a tentar engatar gajas no Facebook. Isso até seria cómico, caso o dito engatatão não libertasse um pivete a queijo de cada vez que mexia os pés, exibidos com orgulho através de uns chinelos manhosos. Pior, como o Cacifo é do caralho, o raio do computador decidiu informar-me não podia aceder à página devido ao excesso de linguagem. Com o maldito chulé a invadir-me um dos cinco sentidos, vi-me obrigado a instalar o chrome, a mergulhar nas pré-definições de segurança e a entrar pela porta dos fundos do Cacifo.

Por estas e por outras que, é verdade, só faço porque quero é verdade, não posso deixar de ficar lixado quando vejo o que vi na caixa de comentários do «antepost». Como o meu mood férias me impede de perder uma dezena de minutos a apagar carradas de comentários que se resumem a uma troca de galhardetes sem interesse algum, vim da praia com a decisão de escrever este post.

Ao fim de cinco anos e meio, é com satisfação que vejo que alguns dos que já fazem parte da mobília dão o exemplo de ignorar a maioria dos comentários de merda, sejam eles de tripas, lampiões ou cogumelos. No fundo, percebendo que cada resposta que alimenta os imbecis é mais uma resposta que eu tenho que apagar sempre que procuro arejar a casa. Mas também já percebi que muitos desses nomes que acompanham o Cacifo há anos, refrearam as suas intervenções por falta de paciência, precisamente, para estas dezenas de respostas de merda a intervenções de merda que acabam por resultar em dezenas de comentários de merda.

Era isso que eu gostava que vocês percebessem: que o fight & resist também passa por aqui! Que o tentar fazer do Cacifo um bastão de Sportinguismo, não se coaduna com guerrinhas e implicâncias pessoais, com valorização de comentários de tristes adversários em busca de um pouco de atenção, com off topics com menos valor do que um livre marcado pelo Afonso Martins.
E se sou capaz de perceber que estejam a cagar-se para mim, se, mesmo a custo, engulo que estejam a cagar-se para o Cacifo, não posso deixar de pedir-vos que, pelo menos, respeitem o Sporting!

Do baú das mais belas memórias

JORNAL ‘SPORTING’ – A que se deve esta sua visita ao nosso país?
JUSKOWIAK – Uma vez por ano, venho sempre passar férias a Cascais, com a minha família e aproveito para tratar dos assuntos de um restaurante do qual sou sócio. É sempre um prazer vir ao vosso país e visitar o Sporting, apesar do Paulinho Gama [roupeiro da equipa profissional] ser o único do meu tempo que continua por cá. E a verdade é que ele continua com o mesmo aspecto, parece que tem 20 anos (risos). Adoro Portugal, a única coisa que não gosto é o trânsito na A5 quando há algum acidente. Lembro-m que às vezes chegava atrasado aos treinos por causa disso!

Continua atento à actualidade do Sporting?
Sim, acompanho sempre e há duas épocas até vi dois jogos ao vivo, com o Legia de Varsóvia, para a Liga Europa. Na altura, comentei-os para a televisão polaca. E estou sempre a par do que se passa com o futebol português… Em 2012, estive no estágio da vossa selecção, durante o Campeonato da Europa. Posso contar uma história curiosa: no ano passado, eu e o meu filho fomos ver o jogo particular entre a Polónia e Portugal e ele, que hoje em dia tem 12 anos, disse que ia apoiar o Cristiano Ronaldo. Eu respondi-lhe que tinha uma hora para mudar de ideias, que era o tempo que durava a viagem de combóio até ao estádio… (risos).

Qual foi o seu melhor momento no Sporting?
O golo de pontapé de bicicleta ao Boavista! [na vitória por 3-1, da temporada de 1993/94]. Lembro-me muito bem da jogada: o Figo centrou do lado direito, em cima da linha de golo e eu desmarquei-me e marquei. Também me lembro de uma eliminatória com o Real Madrid, para a Taça UEFA. Fomos eliminados, mas jogámos muito bem e o treinador do Real Madrid [Jorge Valdano] reconheceu que foi uma grande injustiça não termos passado.

Nesses tempos, o que faltava ao Sporting para ganhar o campeonato?
O Sporting só se preocupava em dar espectáculo e em jogar bonito… E também tínhamos os árbitros, que pareciam ver mal nos nossos jogos. Às vezes, nem nos deixavam passar a linha de meio-campo! Mas também não quero dizer que não ganhávamos o campeonato apenas devido aos árbitros.

Quem considera que foram os melhores jogadores com quem actuou no Sporting?
O Figo e o Balakov, sem dúvida. Mas não era sempre fácil jogar com eles, pois os grandes jogadores pensam de maneira diferente dos outros e às vezes não adivinhava o que eles queriam fazer. Mas aprendi muito ao jogar com eles os dois.