Alvalade espera por nós

Novembro 25, 2009

Hoje, dia 25, é o último dia de venda de bilhetes para o derby, exclusiva para sócios do Sporting. Dei uma espreitadela à blogosfera lampiã e fiquei a saber duas coisas:
- primeiro, que há alguns lampiões que têm estado a comprar bilhetes directamente às nossas claques. Sim, as nossas claques têm direito a bilhetes e depois podem vendê-los. Supostamente, essa venda seria feita a sócios da claque, algo que, parece, não está a acontecer;
- segundo, há dezenas de lampiões a dizerem que quinta-feira, dia 26, vão a Alvalade comprar bilhete e que, no dia do jogo, se juntam à claque para poderem ficar no sector destinado à mesma. Pode parecer estranho, dado os bilhetes estarem informatizados, mas a verdade é que, no sábado, ninguém vai fazê-los passar o bilhete no torniquete. À polícia, importa é colocá-los lá dentro;

Por tudo isto, caros leões, e numa altura em que faltam vender cerca de 10 mil ingressos, o meu apelo é só um: comprem bilhete! Alvalade espera por nós!


Bolinhas

Novembro 24, 2009

O Sporting ficou no grupo B da Taça da Liga, onde irá encontrar Braga, União de Leiria e Trofense.


Tinha que ser…

Novembro 24, 2009

Em semana de derby, e como já aconteceu com Figo, com Duscher, com Quaresma e com tantos outros, o jornal A Bola, que ontem dava o mesmo destaque à eliminação do Benfica da Taça de Portugal e à vitória do mesmo Benfica no futsal, noticia que o Génova está interessado em Miguel Veloso.

A táctica é antiga: apontar ao jogador do Sporting com melhor rendimento. A forma como o fazem, é cada vez mais patética, senão vejamos o final da bela notícia: “Fabrizio Preziosi não coloca de lado a hipótese de o Génova avançar para o jogador, caso entenda que tem necessidade de reforçar o plantel. [...] Só não esclareceu se pode ser já em Janeiro.”

Portanto, Miguel, não se sabe se o Génova sentirá necessidade de reforçar a equipa e muito menos quando decidirá fazê-lo. Vá, Miguel, vê se ignoras esta pseudo-notícia.


O que vales tu, Vukcevic?

Novembro 23, 2009

Não posso deixar de assinalar, a súbita discussão que, parece-me, se instalou sobre as capacidades de Simon Vukcevic.

Na entrevista que deu sábado, ao Record, e da qual continuarei a falar pontualmente, Paulo Bento analisou desta forma o montenegrino: “Vukcevic tem uma característica extraordinária: espontaneidade em zonas de finalização. É um jogador que tem cheiro pelo golo. Agora é também um jogador que gerou um esforço tremendo da equipa técnica para o fazer crescer, quer em acções colectivas, quer em acções individuais. [...] Ou seja, à parte de outros problemas que vivemos com ele durante este trajeto, é um jogador que em termos tácticos cresceu pouco. E isso porque em muitos momentos não quis crescer mais. Pensava que a qualidade individual lhe chegava. Agora há jogadores que são mais difíceis, não só pela sua irreverência, como também pelo gosto que não têm de aprender. Para aprender é mais fácil gostar-se de futebol e uma das coisas que ele disse numa entrevista é que não gostava de ver futebol… Mas é, de facto, um jogador que tem um ambiente extraordinário em Alvalade, que tem realmente essa espontaneidade, mas não é um grande jogador. Só será um grande jogador quando se conseguir integrar melhor na manobra colectiva.”

Confesso que esta foi uma das passagens da entrevista que mais me irritaram e, ao mesmo tempo, me fizeram voltar a suspirar de alívio por termos posto fim ao ciclo Bento. Esta análise ao Vukcevic é a teimosia de Paulo Bento em todo o seu explendor, sublinhando e voltando a sublinhar que os jogadores só são bons quando se tornam verdadeiros soldadinhos formatados a uma táctica e capazes de ignorar que o futebol é um prazer, um jogo de emoções, para poderem jogar de forma mecanizada em duas ou três posições (depois admiram-se que nenhum dos putos tenham realmente evoluído).
E, pior, é uma teoria que começo a ouvir da boca de outros sportinguistas.

Portanto, temos um jogador que “tem uma característica extraordinária: espontaneidade em zonas de finalização”. Temos um jogador que “tem cheiro pelo golo”. E o que fazemos com ele? Pedimos-lhe para ser médio esquerdo, para se preocupar com as subidas do lateral direito adversário e para não aparecer demasiadas vezes perto da baliza.

Depois, este jogador que é o melhor do plantel a rematar e que só fica atrás do Liedson em termos de finalização, começa a ver a sua qualidade questionada porque, longe do local onde devia jogar, perde protagonismo, como que se apaga, desgastando-se em correrias estúpidas e, pior, nem tendo oportunidade de fazê-lo no flanco contrário onde, dada a sua capacidade de flectir para dentro protegendo a bola como poucos o fazem, teria incontáveis mais oportunidades de fazer uso do seu pontapé.

Falta a cereja no topo do bolo. “Ah, e tal, o gajo nem gosta de ver futebol”. E o que importa isso, quando é um dos que mais gosta de jogar e, se me permitem, quando é um dos poucos que temos no plantel capaz de fazê-lo de forma a fazer-nos vibrar nas bancadas?


Uma chicotada de bom senso

Novembro 22, 2009

O Costa – 1 (Tó Zé), Sporting – 4 (Veloso, Moutinho, Veloso, Liedson)

Ao som de Peste e Sida, o Liedson abandona o relvado de Belém cansado e dorido. Há algum tempo que não tinha tantas bolas dentro da área. E só este aspecto demonstra que a mudança de treinador, a clássica chicotada, independentemente dos nomes, trouxe bom senso ao Sporting. E tão necessário que ele era, como se percebe pela entrevista do último treinador.

Carvalhal devolveu o Sporting ao 4-2-3-1. Já era hora. E nem hesitou com o resultado ao intervalo: Moutinho tem de ser o organizador da equipa no meio, a segunda opção tem de ser o Matigol. E o Liedson sozinho no ataque era um mito estúpido e inexplicável do último treinador. Aqui ficam os grandes beneficiados da chicotada de bom senso. E o ponto negro:

Moutinho – Há muito, muito tempo que não víamos este Moutinho. Aliás, já nem me lembro do Moutinho a fintar. Hoje vi! Vi o Moutinho a fintar outra vez! E solto, fresco, rápido, líder. Era o Costa, é verdade. Mas também tinha sido o Ventspils.

Pereirinha – Ora aí está o Pereira, o grande beneficiado do regresso do bom senso ao Sporting. Carvalhal é esperto, porque sabe que tem ali ouro… O outro treinador também sabia, mas ninguém percebe o que se passou, entretanto. E ele nunca explicou… deve ter sido o Sá Pinto ou o Rogério Alves.

Liedson – Voltou a ter uma mão-cheia oportunidades de golo perto da baliza. Falhou várias, talvez por falta de hábito.

Ponto negro: A defesa continua medonha. Era o Costa mas não parecia. Polga continua Polga, Tonel voltou a ser Tonel, Grimi já nem é Grimi, Abel sempre Abel. E o Rui está a regredir, parece-me. O duplo pivot (outra decisão sensata) no meio campo engana, porque não estava feito para defender mas para sair a jogar. Ainda assim, as bolas metidas nas costas pelo Costa mostraram como o Carriço é o melhor (ou o único) defesa do Sporting. O regresso da defesa à zona nas bolas paradas (mais bom senso) sempre disfarça, mas é bom que o Carvalhal treine muito, muito os aspectos defensivos da equipa durante esta semana. E que gaste os milhões praticamente só do meio-campo para trás.

Venha o Benfica, com a certeza que o Sporting já abandonou a auto-mutilação. Falta ainda lamber muitas feridas, mas apenas aquelas feitas pelos outros e não por nós próprios. Futebolisticamente, claro, porque o presidente continua à solta. Mas isso é outra história…

 


Uma dúvida

Novembro 22, 2009

Durante o intervalo do jogo com os Pescadores questiono-me: é impressão minha ou o cabrão do fundo teima em encontrar espaço para baixo, bem lá para baixo, cada vez mais fundo e mais fundo? É impressão minha ou a expressão “bater no fundo” vai ganhando, dia após dia, toda uma nova dimensão?

Vale-me a convicção de que aos 65 minutos já estaremos a ganhar por 3 ou 4. Só pode. Depois disto, só pode mesmo. Este fundo não pode ter mais espaço debaixo dele. Não pode. É impossível. Não pode.

Actualização aos 68 minutos: falhei por três minutos. 4-1 aos 68m. Grande Carvalhal! Já cheira a título, foda-se!!!


Carvalhal, o meu treinador

Novembro 22, 2009

Faltam menos de 24 horas para a estreia de Carlos Carvalhal como treinador do Sporting. Parece-me, por isso, chegado o momento de encerrar o meu silêncio neste blogue sobre o rosto do “pós-Paulo Bento”. Podia deixar-me estar, ver o que a coisa dá, esperar, inclusive, pelo derby, e só depois emitir os primeiros esboços de opinião. Mas não me parece justo. Prefiro pôr a cabeça no cepo e sujeitar-me ao julgamento dos cacifeiros que nos acompanham. Escrevo, por assim dizer, para memória futura: este é o ponto de partida para a evolução das minhas ideias sobre quem nos treina. E assumo sem problemas que espero, daqui a uns meses, reler este post e dizer, de peito cheio, “que besta que eu fui”. Oxalá.

Ponto um: não simpatizo por aí além com Carvalhal. Tecnicamente não o acho mau. Não penso que seja um fora-de-série, mas está longe de ser um daqueles treinadores horríveis que me envergonharia por estar no Sporting. É minimamente competente, não tem uma figura alarve ou patética, tem um discurso mais ou menos articulado e alguma ideias interessantes. Mas, admito, não simpatizo particularmente com a figura. Sim, é certo que nunca o vi a saltar vedações nas vitórias. Mas se virmos que as vitórias não foram assim tantas e se interpretarmos essa referência como uma metáfora, as 317 entrevistas que ele deu na semana a seguir ao triunfo na Taça da Liga (além de um patético artigo de opinião n’A Bola com um título do género “como eu desmontei a táctica do Sporting”) também podem ajudar a desmontar um pouco essa sobriedade que ele agora apregoa. Mas isto são pormenores. E subjectivos. O facto é apenas um e é problema meu: não simpatizo particularmente com o novo treinador do Sporting. Isso custa-me. Mas estou, desde domingo passado, de coração aberto para mudar de ideias. E – escusado será dizer – terá o meu apoio incondicional. Assim o mereça. Se consegui achar que Octávio Machado ou Robert Waseige não eram “assim tão maus” (ai o futebol, o futebol), acredito que Carvalhal não terá de fazer um grande esforço para ter-me como grande defensor numa qualquer conversa de circunstância com lampiões ou tripeiros.

Ponto dois: tenho dúvidas sobre o acerto da escolha de Carvalhal. Não me refiro ao passado recente, aos momentos baixos da sua carreira, aos sucessivos projectos que acabaram em chicotadas. Isso acontece a todos e depende sempre de um vasto conjunto de variáveis. Falo de coisas mais importantes: acho que precisávamos de outro tipo de treinador, com mais calo e mais experiência. E também, se possível, “menos português”, no sentido de estar mais alheado da realidadezinha do nosso futebol e mais liberto dos “estatutos” do balneário do Sporting. Mais do que um 4×4x2 em linha, um 4×2x3×1 ou um 4×3x3, o futebol do nosso clube precisa, claramente, de um novo ar. Talvez, mesmo, de uma forte corrente de ar, uma ventania que arejasse mentes e virasse do avesso os vícios, rotinas e manhas que naturalmente se instalam durante um reinado de quatro anos. Dou a Carvalhal o benefício da dúvida. Espero que consiga ter sucesso nessa tarefa. Mas temo que a sua condição de novato nestas lides, com este grau de exigência, impacto mediático e pressão de adeptos, possa jogar contra ele. O facto de ter sido uma segunda (ou terceira? ou quarta?) escolha não ajuda. E vai ser decisiva a capacidade de ter, ou não, os jogadores a seu lado. Se “conquistar” o balneário a coisa pode correr bem. Se não o “conquistar” o cenário será outro. Um daqueles que recuso sequer aflorar aqui. Obrigo-me a ser optimista.

Ponto três: fica também a dúvida sobre a estratégia de longo prazo inerente a esta escolha. Carvalhal vem por seis meses. Se correr bem continua, se correr mal vai embora. Ou seja, Carvalhal é uma espécie de aspirina para uma gripe que está na iminência de resvalar para pneumonia. O que acho que não faz sentido. Sobretudo porque, como que por artes mágicas, agora aparecem “sete ou oito milhões de euros” para reforçar a equipa em Janeiro. Para “posições chave” que, deduzo, tenham sido definidas por Carvalhal. E já correm nomes que, deduzo, também venham a ser definidos ou subscritos por Carvalhal. Como o Edinho (enfim…) que ele treinou no Setúbal. Em teoria faz sentido: é ele o treinador, é ele quem vai escolher a táctica, é ele quem deve montar a equipa. Mas, na prática, a estratégia pode ter uma brecha enorme: não seria mais avisado encarar o mercado de Janeiro já com um olho no ano seguinte? Não seria melhor começar já uma gradual “limpeza de balneário” e iniciar um necessário upgrade de qualidade? Danny por seis meses? Quarema por seis meses? Já não basta o Carvalhal por seis meses? E depois desses seis meses? Voltamos à estaca zero? Ou a estratégia é apostar as fichas todos num cavalo e cruzar os dedos para que corra bem? Ou seja, a ideia que fica é que tudo foi gerido numa perspectiva conjuntural e não estrutural.

Em resumo: tenho dúvidas. Sobre Carvalhal e sobre a forma como foi pensada e preparada a estratégia para o que sobra desta época. E, mais ainda, para o resto da vida do clube. É óbvio que ainda há muito para jogar e para ganhar este ano. Não tenham dúvidas que o meu lado de adepto irracional acredita piamente que é possível não apenas ganhar a Taça da Liga, a Taça de Portugal e a Liga Europa, mas também recuperar a distância para o primeiro lugar no campeonato, fazer uma série de jogos inolvidáveis, galgar lugares atrás de lugares e terminar a época no Marquês a festejar o título e a queimar o portátil em que agora escrevo esta merda. Não tenho dúvidas de que isso pode acontecer. MESMO. Já dizia o outro que “o futebol é isto”. E vou, claro, torcer para que assim seja. Em todos os jogos, em todas as conversas, vou acreditar que o Carvalhal é o melhor do Mundo e que os nossos jogadores, como sempre, são os melhores e os mais bonitos. O problema é que há também um lado racional alimentado a cepticismo. E que teima em não conseguir encontrar bases para sustentar esse optimismo acéfalo que tanta falta me faz. Por isso ponho-me, a partir de hoje, nas mãos de Carvalhal. E fico à espera que ele me prove, preto no branco, que eu não percebo um caralho de futebol. Força homem! A partir de amanhã, com os Pescadores, a tua felicidade será a minha felicidade. Boa sorte!


Por favor, não estragues tudo

Novembro 21, 2009

O Paulo Bento dá amanhã uma entrevista longa e, provavelmente, intensa ao Record. O título da antevisão faz temer o pior.

Depois das alfinetadas das últimas entrevistas, sobre a cultura de vitória e o complexo de inferioridade, esperemos que o Paulo aguente a azia. Porque de azia já estamos todos fartos.


Mercado a verde e branco

Novembro 20, 2009

Esta é a capa do jornal O Jogo, há qual se juntam outras notícias do dia:
- Carlão, do Leiria, emprestado em Janeiro
- Quaresma não quer voltar a Portugal
- Tello pode regressar
- Portsmouth vai tentar o empréstimo de Adrien

Resumidamente, concordo com as posições que, segundo O Jogo, vão levar-nos ao mercado (pode ser que estejam a pensar colocar o Izma finalmente à esquerda, mas a ideia de outro avançado invalida a subida do Vuk?).

Não conheço o Carlão. Tenho pena que o regresso do Quaresma fique, aparentemente, inviabilizado. O Tello é mais um para juntar aos sete anões que já temos no plantel (mas é melhor do que os defesas esquerdos que temos). Fazia bem ao Adrien poder jogar (de preferência, que não seja a trinco).

E vocês, o que pensam de tudo isto?


Foi há três anos…

Novembro 19, 2009

Que Rui Patrício fez a sua estreia na baliza do Sporting, entrando para o lugar do lesionado Ricardo. O jogo foi nos Barreiros, contra o Marítimo, e o jovem Patrício acabou por ser decisivo, defendendo um penalti e garantindo a vitória leonina por 1-0.

Hoje, Patrício é titular indiscutível da nossa equipa, convivendo diariamente com um fantasma chamado Stojkovic que, imagine-se, escolheu precisamente esta data para voltar a dar sinais de vida. Ao que parece, o sérvio “despediu” o empresário Zoran Stojadinovic e, hoje, quando regressar a Portugal, vai pedir uma nova oportunidade a Bettencourt, Sá Pinto e Carvalhal, dizendo-lhes que quer começar de novo, enterrando as polémicas do passado.

Eu diria que, estando mesmo apostado em recuperar o tempo perdido, Stoj, mais do que o sim dos três acima citados, terá que ter o sim de um balneário onde apenas dois ou três jogadores lhe dirigem a palavra.


Falemos da Selecção

Novembro 18, 2009

Mas não muito. Apenas para dizer-vos que já não posso ouvir os bósnios e que espero que, depois de tanta cagança, joguem mesmo quem nem umas bestas e ataquem sem critério, abrindo espaço para levarem duas ou três batatas.


A primeira mudança

Novembro 18, 2009

Carlos Carvalhal já tem a sua equipa técnica definida: José Lima será a pessoa mais próxima do treinador e trabalhará a vertente ofensiva; “Rifa” será o adjunto encarregue da vertente defensiva; João Mário terá a seu cargo a observação dos adversários e fará a ligação entre a análise e a práctica; Vítor Silvestre, de apenas 26 anos, transita dos juniores e será o treinador de guarda-redes.

Falta um preparador físico, ou melhor, parece que falta, mas não falta. É o próprio Carvalhal quem vai assumir a responsabilidade da gestão física do plantel, coisa nunca vista em Alvalade nas duas últimas décadas (pelo menos).


Será mesmo preciso?

Novembro 17, 2009

Dois dos nossos diários desportivos noticiam o alegado interesse do Sporting em Danny, o tal que já esteve em Alvalade e que viria a revelar-se ao serviço do Zenit.

Tendo em conta a posição que Danny ocupa no campo, não sei se haverá assim tanta necessidade de o colocarmos na lista de prioridades para Janeiro. Entre ele e Quaresma prefiro, claramente, aquele foi um dos últimos grandes extremos a serem formados em Alvalade (e um dos últimos a festejar o título com a camisola verde e branca).


3 pontos para Carvalhal

Novembro 16, 2009

Carlos Carvalhal não vai ser oficialmente apresentado, mas deixou algumas declarações no site oficial do Sporting. E se é verdade que as palavras valem o que valem, não é menos verdade que é agradável ouvi-lo dizer:

“Nunca me viram subir cercas e mergulhar no meio dos adeptos, eufórico, assim como nunca me viram em depressão, quando as coisas correm menos bem. As críticas não me afectam. Nem as positivas nem as negativas. Estou aqui para servir o Sporting e vou viver 24 horas por dia para o Sporting. Vou tentar imprimir qualidade ao meu trabalho, para que a cada domingo tenha uma manifestação de competência, e para que os adeptos gostem de ver jogar a equipa”

“É muito importante na vida do clube que os associados vão ao Estádio e assumam os momentos de apoio ao clube como momentos de exaltação, de forma a que o clube não entre na fase de adormecimento. Demostrem a força do Sporting! O clube tem uma história riquíssima e os adeptos devem orgulhar-se de apoiar o clube!”"

“A força do Sporting são os adeptos! Neste jogo de apoio à equipa, os adeptos vão ter de ganhar aos nossos rivais.”


E o losango, vai com o carvalho?

Novembro 16, 2009

Já aqui defendi, por mais do que uma vez, que achava que o Sporting devia jogar em 4-2-3-1, desde logo por não ter um “trinco animalesco”, daqueles que conseguem varrer sozinhos metade do campo. Julgo que tanto Moutinho como Veloso só têm a ganhar se jogarem lado a lado, no centro do terreno, permitindo à equipa uma solução extra para sair a jogar e um acréscimo de equilíbrio na transições/recuperações defensivas. Depois, depois é dar liberdade aos artistas, com uma linha de três – Izma, Matias, Vuk – atrás de Liedson.

Não faço ideia se Carvalhal vai apostar neste modelo, mas sei, por aquilo que o fui vendo fazer em Braga e Setúbal, por exemplo, que é um dos que mais utiliza. Este ou o 4-3-3, o que, desde logo, me deixa expectante relativamente à possibilidade de ver a equipa assumir outro modelo de jogo e, consequentemente, outra dinâmica.

p.s. – oh Carlos, já agora, não te esqueças de treinar os lances de bola parada, sff.